terça-feira, 15 de agosto de 2017

IX Sulão de Catequese



De 16 a 18/06/2017, participamos do IX Sulão de Catequese, encontro de catequistas representantes de diversas dioceses dos regionais Sul-1, Sul-2, Sul-3, Sul-4 e Oeste-3. O tema foi comunicação.


















Festa do Divino 2017


A Catequese Diocesana participou mais uma vez da tradicional FESTA DO DIVINO de Mogi das Cruzes, de 25/05 a 04/06/2017, com a Barraca do CHOCONHAQUE, em prol das Pastorais Diocesanas. Foram 11 dias de muito empenho, união e (por quê não) de muita diversão! Parabéns a todos os que contribuíram com a realização desta bonita festa!








segunda-feira, 26 de junho de 2017

Jornada Diocesana da Juventude

A Jornada Diocesana da Juventude ocorreu no dia 21 de Maio de 2017, começando com a Missa na Catedral às 9h. Depois da missa, houve a procissão até a Faculdade Paulo VI, onde todos foram recebidos com lanche e Tendas de Catequese. 
Representando a Catequese Diocesana, as Irmãs Missionárias Catequistas do Sagrado Coração fizeram uma catequese animada, falando do amor acolhedor de Deus, com ensinamentos, testemunho e musicas.






































Reunião diocesana de Maio

REUNIÃO DIOCESANA DA CATEQUESE 20/05/2017. Rosildo começou a reunião com a oração do Espírito Santo e fez reflexão partilhada com dinâmica (com o auxilio de bonecos) sobre a passagem bíblica dos Atos dos Apóstolos 8,5-8.14-17, abordando a importância da insistência das visitas às casas dos catequizandos, para conhecer a sua realidade. Então, passou para os assuntos da pauta: MATERIAIS PARA A CATEQUESE E REALIDADE LOCAL, ORIENTAÇÕES PRÁTICAS PARA UMA CATEQUESE ESTILO CATECUMENAL e AVISOS. 1) Para começar, Rossana distribuiu um roteiro para orientar a VISITA ÀS FAMÍLIAS dos catequizandos, incluindo sugestões de oração e trechos bíblicos para leitura e partilha, bem como uma ficha para coleta de informações, de modo a orientar de maneira mais concreta essas visitas. Depois, fizemos um momento de oração no estilo proposto nos primeiros encontros (QUERIGMA) do material para jovens, como nos encontros de novena, para que todos pudessem vivenciar e refletir sobre o nosso próprio encontro com Cristo, a quem anunciamos, porque para aprender é preciso iniciar o caminho. Isto é, o método para implantar o Itinerário catecumenal é feito caminhando, vivenciando, compreendendo e partilhando a nossa própria caminhada... A INICIAÇÃO À VIDA CRISTÃ, com o itinerário catecumenal, embora seja apresentado como uma novidade, na verdade é uma volta às origens do cristianismo.  é importante a utilização do material para orientar a atuação do catequista. Afinal muitas vezes, a nossa dificuldade com a catequese e com os catequizandos refletem as nossas próprias dificuldades com a nossa vida de fé. Por isso, é importante sempre buscar meios e experiências que ajudem a nós catequistas e os catequizandos em seu encontro com Cristo e a comunidade, a partir de nosso próprio testemunho. Alguns coordenadores (Regiane, Beth, etc.) também compartilharam sua experiência (positiva!) com os materiais indicados, bem como algumas adaptações realizadas para a sua implantação. Todas as pessoas que se manifestaram foram no sentido de incentivar e fundamentar a adoção do Itinerário  catecumenal, que na verdade é uma volta às origens à catequese dos primeiros cristãos. 2) Irmã Daiane continuou a reflexão, explicando que o material apresentado é adequado à prática do encontro da catequese, devendo sempre ser enriquecido por outros materiais, relativos à formação dos catequistas, além de dinâmicas e vivencias. E insistiu bastante na importância do estudo e da formação dos catequistas, principalmente em relação ao Estudo 97 da CNBB, Iniciação à vida cristã: um processo de inspiração catecumental. 3) Sonia então trouxe os avisos sobre a) Jornada Diocesana de Formação (Arujá 10/6 e Suzano 24/6, às 15h; b) Barraca do Choconhaque na Festa do Divino (25/10 a 04/6); c) Convite para a Formação de catequistas do Sul 1 junto às pessoas com deficiência, dias 08/7, 02/9 e 25/11. Sem mais nada a tratar, fizemos a Oraçao final e encerramos esta reunião.
ANEXO I: LISTA DE PRESENÇA DAS PARÓQUIAS
ARUJÁ – 1. Bom Jesus, BIRITIBA – 2. S. Benedito, 3. S. Luzia, FERRAZ: 4. N. Sra. Ap, 5. N. Sra. Paz, 6. S. Cruz e S. Margarida, GUARAREMA: 7. S. Benedito, ITAQUA: 8. Jesus Divino Mestre, 9. N. Sra. D’Ajuda, 10. N. Sra. Carmo, 11. N. Sra. Graças, MOGI - Região Catedral: 12. N. Sra. Carmo – Centro, 13. S. Antonio-Mogi, 14. Mãe do Divino Amor (Igreja), MOGI – Regiao Região César de Souza: 15. N. Sra Guadalupe, 16. S. Cruz – P. Grande, MOGI – Região Braz Cubas: 17. Im. Coracao de Maria, 18. N. Sra. Ap. e S. Roque, 19. N. Sra. Fatima – V. Jundiaí, 20. S. Cruz – Taiaçupeba, 21. S. Luzia (AP) – V. Rubens, 22. S. Maximiliano Kolbe, POÁ: 23. N. Sra. Lourdes, 24. N. Sra. Fátima, 25. S. Apostolos, SALESOPOLIS: 26. N. Sra. Remedios, 27. S. José, S. ISABEL: 28. S. Isabel, SUZANO: 29. Bom Pastor, 30. Divino ES, 31. S. Francisco
Textos consultados:
(1)    CNBB, Iniciação à vida cristã: um processo de inspiração catecumenal. (Estudos CNBB 97)
(2)    CNBB, Diretório nacional de catequese (Documentos CNBB 84)

ANEXO II. ROTEIRO PARA AS VISITAS MISSIONARIAS



ANEXO III. APRESENTAÇÃO DO MATERIAL INDICADO PARA A IVC (INICIAÇÃO À VIDA CRISTÃ – ITINERÁRIO CATECUMENAL)
 O MATERIAL INDICADO
APRESENTAÇÃO. A partir das recentes orientações da Igreja os livros são iluminados com a inspiração catecumenal, sem a intenção de reproduzir o esquema do catecumenato pré ou pós-batismal, mas com o desejo de traduzir as suas principais características. Contemplam o Tempo do Querigma, da Catequese, da Purificação e Iluminação e da Mistagogia.
Cada bloco de encontros temáticos encerra-se com uma celebração que pode acontecer na comunidade/paróquia.
A coleção conta com os livros do catequizando, do catequista e da comunidade, além de jogos interativos para a catequese com crianças.
À Luz das recentes orientações da Igreja – CNBB que pede “um itinerário cateqúetico [...], assumido pela Igreja Particular, que não se limite a uma formação doutrinal, mas integral, à vida cristã” (DGAE 85).
OBJETIVO DA COLEÇÃO
a) criar maior unidade e inspirar a pastoral catequética da paróquia/comunidade;
b) fazer da Palavra de Deus o eixo principal;
c) fazer com que o princípio de interação fé e vida fosse assumido;
d) valorizar  a dimensão orante expressa tanto na liturgia como nas outras práticas cultuais;
e) valorizar o uso “autêntico” do RICA (Estudos 97 74-89);
f) valorizar a experiência com Jesus Cristo, na vida comunitária;
g) resgatar a unidade dos sacramentos da IVC (Iniciação à Vida Cristã).
Itinerário I – catequizando R$ 10,00. Itinerário II – catequizando R$ 10,00
Itinerário I – catequista R$ 12,00. Itinerário II – catequista R$ 12,00
Querigma, brincar e viver (caixa de jogos) R$ 40,00


QUERIGMA: BRINCAR E VIVER
        Querigma” (jogo de tabuleiro)
        “Bom Pastor” (quebra-cabeça)
        “Memória da vida de Jesus” (dominó)
        “Memória da vida cristã” (memória)
        “Mímica”
        “A cruz de Jesus” (mico)
        “Eu encontrei Jesus” (detetive)
        “Igreja é a nossa casa” (rouba-monte)
        “Mistagogia, brincar e permanecer” (gincana)





ANEXO IV. FORMAÇÃO SOBRE CATEQUESE JUNTO À PESSOA COM DEFICIÊNCIA SUL 1 (Divulgação)

terça-feira, 11 de abril de 2017

Reunião diocesana de Abril

Reunião diocesana da catequese 08/04/2017. Padre José Eduardo começou a reunião com a oração do Espírito Santo e passou aos assuntos da pauta: 1. CONTEXTO ATUAL: mudança de época e tempos líquidos; 2. QUESTIONÁRIO sobre a catequese nas paróquias; 3. ORAÇÃO COM DINÂMICA; 4. AVISOS. No CONTEXTO ATUAL, temos a “mudança de época”, na qual somos desalojados do contexto, dos valores e das estruturas que até então nos sustentaram. São “novos ares”, aos quais ainda temos muita resistência. São “tempos líquidos”, como diz o filósofo Zygmund Bauman, em que tudo é fluido, entre o sólido e o gasoso, sob pressão. É a “customização da fé”, onde tudo seduz para fazer a minha vontade, para colocar deus a meu serviço. O desafio é não se tornar volúvel. É ser o rosto visível de Deus, que nos ama, nos acolhe, nos ampara e encoraja para enfrentar as dificuldades. Às vezes, sou um alienígena para o catequizando, ele não entende o que eu falo... Precisamos conhecê-lo e aos seus anseios... pois é em nós que o catequizando vai conhecer Jesus Cristo e ser atraído para Ele. A seguir, o padre propôs que os representantes paroquiais respondessem individualmente ao QUESTIONÁRIO, a fim de conhecermos melhor a realidade e as dificuldades da catequese nas paróquias da diocese. Na sequência, Rosildo fez a ORAÇÃO com o texto do profeta Isaías 50,4-7. Leu e releu cada versículo pausadamente, e nos levou à reflexão com os personagens: Mariquinha (só quer falar, não quer ouvir, v. 5); Cabeção (a Palavra entra por um ouvido e sai por outro, v. 4); Sapão (engulo sapo? Entendo a fraqueza do outro?, v. 6); Espelho rachado (mostra a nossa realidade ferida, fragmentada, desfigurada..., v. 7). A Cruz é formada por um cordão, um fio, como a que une a realidade de todos nós. Para finalizar, Sonia deu os AVISOS. Próximas formações: N. Sra. Lourdes – Poá, 06/5 às 8h; Bom Jesus – Arujá, 10/6 às 15h; Santa Rita – Suzano, 24/5 às 15h. Festa do Divino: 25/5 a 04/6, Barraca do Choconhaque, em prol das pastorais diocesanas, aceitamos doações. Formação sobre catequese junto à pessoa com deficiência, em São Paulo (regional Sul 1). Pe. José Eduardo deu a bênção final e fizemos o lanche comunitário.
ANEXO I. PARÓQUIAS PRESENTES

ANEXO II. CONTEXTO ATUAL: MUDANÇA DE ÉPOCA E TEMPOS LÍQUIDOS
Vivemos uma época de transformações profundas.
Não se trata de “época de mudanças”, mas de uma “mudança de época”
(DAp 44)
·       As mudanças vão surgindo, tudo muda o tempo todo e não sabemos qual mudança vai ficar, vai durar, o que vai ser estável amanhã ou não.
·       Esta é a era fluida, a era líquida, expressão cunhada pelo sociólogo polonês Zygmunt Bauman (2004), para definir a era da pós-modernidade.
·       Ele define com eficiência a realidade que vivenciamos hoje, na qual o "descartável e fluido" prevalece ocupando o lugar do duradouro e sólido.
·       O mundo escorre pelas mãos em segundos, temos a sensação de que tudo é um encanto passageiro.
·       E a marca deste mundo líquido é o individualismo. (1)
·       Customização da fé
·       Mercantilização das relações e dos costumes
·       Cultura do descartável
·       O grande desafio dessa era pós-moderna e fluida é não se tornar volúvel nos pensamentos e ações. Não temos que só produzir, consumir, obedecer, comprar, usar, ler e jogar fora.
·       Os mecanismos do sistema de interação humana continuarão sendo complexos e de cooperação, de engajamento mútuo entre as pessoas. Precisaremos das outras pessoas, da interação face a face, dos vínculos afetivos duradouros, da interdependência entre as comunidades e famílias.
·       O que devemos fazer com tantas informações? Conhecimento e poder sempre andaram de mãos dadas, mas atualmente, a informação precisa ser filtrada, precisamos refletir sobre ela, nunca perder o senso crítico, focar no substancial. Devemos nos concentrar naquilo que é mais importante e emergente. (1)

·       Em virtude do enfraquecimento das instituições e tradições, cresce a responsabilidade pessoal. Em outras épocas, instituições e tradições protegiam bem mais os indivíduos.
·       Nesta mudança de época, instituições e tradições tendem a ser socioculturalmente julgadas com base na ação dos indivíduos. Em tempos de perplexidade e incertezas, os discípulos missionários necessitam de retidão ainda maior e fidelidade a Cristo ao pensar, sentir e agir. Devem verificar se estão deixando de realmente defender, promover e testemunhar a vida em todas as suas dimensões. (DGAE, nr. 9)
·       Nesse contexto sociocultural, o discípulo missionário não desanima nem se acomoda, mas reage segundo o espírito das bem-aventuranças (Mt 5,1ss), colocando-se atento na presença do Senhor (1Sm 3,9-10). Ele crê que o Espírito é a força de Deus presente na vida das pessoas e da comunidade eclesial e confia que Ele o conduz, orienta e ilumina. Não faltam sinais de esperança. (DGAE, nr. 10)
·       Constata-se o avanço do trabalho de leigos na Igreja e na sociedade, ministros ordenados e membros da vida consagrada se dedicam com ardor à missão, comunidades respondem aos novos desafios, setores de juventude se organizam, crescem movimentos, associações, grupos, pastorais e serviços. (DGAE, nr. 10)
·       Os desafios existem para serem superados. […] Não deixemos que nos roubem a força missionária”. Eles oferecem oportunidade para discernir as urgências da ação evangelizadora. Este é um tempo para responder de modo missionário à mudança de época, com o recomeçar a partir de Jesus Cristo, através de “novo ardor, novos métodos e nova expressão”, com “criatividade pastoral”. “O semeador, quando vê surgir o joio no meio do trigo, não tem reações lastimosas ou alarmistas. Encontra o modo para fazer com que a Palavra se encarne numa situação concreta e dê frutos de vida nova”. (DGAE 2015-2016, nr. 11)
Textos consultados:
(1)    ELISANDRA VILELLA G. SÉ, “Tempos líquidos, relações fluidas; entenda”. Postagem de 01/01/2016 em http://vyaestelar.uol.com.br/post/8423/tempos-liquidos-relacoes-fluidas-entenda
(2)    CNBB, Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora no Brasil 2015-2016 (DGAE 9-11)
(3)    CELAM, Documento de Aparecida (DAp), 2005.
ANEXO III. QUESTÕES SOBRE A CATEQUESE NA PARÓQUIA
1)      Qual o material que sua paróquia utiliza na catequese?
2)      Qual o tempo de formação (de catequese) na paróquia, nas várias etapas da catequese?
3)      Como é a formação de catequistas em sua paróquia?
4)      Como é feito o acolhimento das crianças e jovens vindos de famílias separadas, divorciados, casados só no civil ou morando juntos?
5)      Como o padre acompanha a catequese na sua paróquia?

ANEXO V. MATERIAL DA DINÂMICA (Rosildo)
Um dia uma criança me parou,* Olhou-me nos meus olhos a sorrir.* Caneta e papel na sua mão,* Tarefa escolar a cumprir.* E perguntou no meio de um sorriso* O que é preciso para ser feliz?
Amar como Jesus amou,* Sonhar como Jesus sonhou,* Pensar como Jesus pensou,* Viver com Jesus viveu.* Sentir o que Jesus sentia,* Sorrir como Jesus sorria* E ao chegar o fim do dia* Eu sei que eu dormiria muito mais feliz.
Ouvindo o que eu falei ela me olhou * E disse que era lindo o que eu falei. * Pediu que repetisse, por favor, * Que não falasse tudo de uma vez. * E perguntou no meio de um sorriso * o que é preciso para ser feliz?
Amar como Jesus amou...
Depois que eu terminei de repetir, * Seus olhos não saiam do papel. * Toquei no seu rostinho e a sorrir *
Pedi que ao transmitir fosse fiel. * E ela deu-me um beijo demorado * E ao meu lado foi dizendo assim:
Amar como Jesus amou...
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Tenho esperado este momento * Tenho esperado que viesses à mim * Tenho esperado que me fales * Tenho esperado que estivesses assim * Eu sei bem que tens vivido * Sei também que tem chorado * Eu sei bem que tens sofrido * Pois permaneço ao teu lado.
NINGUÉM TE AMA COMO EU (2X) OLHE PRA CRUZ, * ESTA É A MINHA GRANDE PROVA * NINGUÉM TE AMA COMO EU!
Eu sei bem o que me dizes * Ainda que nunca me fales * Eu sei bem o que tem sentido * Ainda que nunca me reveles * Tenho andado ao teu lado * Junto à ti permanecido * Eu te levo em meus braços * Pois sou teu melhor amigo.