segunda-feira, 26 de junho de 2017

Jornada Diocesana da Juventude

A Jornada Diocesana da Juventude ocorreu no dia 21 de Maio de 2017, começando com a Missa na Catedral às 9h. Depois da missa, houve a procissão até a Faculdade Paulo VI, onde todos foram recebidos com lanche e Tendas de Catequese. 
Representando a Catequese Diocesana, as Irmãs Missionárias Catequistas do Sagrado Coração fizeram uma catequese animada, falando do amor acolhedor de Deus, com ensinamentos, testemunho e musicas.






































Reunião diocesana de Maio

REUNIÃO DIOCESANA DA CATEQUESE 20/05/2017. Rosildo começou a reunião com a oração do Espírito Santo e fez reflexão partilhada com dinâmica (com o auxilio de bonecos) sobre a passagem bíblica dos Atos dos Apóstolos 8,5-8.14-17, abordando a importância da insistência das visitas às casas dos catequizandos, para conhecer a sua realidade. Então, passou para os assuntos da pauta: MATERIAIS PARA A CATEQUESE E REALIDADE LOCAL, ORIENTAÇÕES PRÁTICAS PARA UMA CATEQUESE ESTILO CATECUMENAL e AVISOS. 1) Para começar, Rossana distribuiu um roteiro para orientar a VISITA ÀS FAMÍLIAS dos catequizandos, incluindo sugestões de oração e trechos bíblicos para leitura e partilha, bem como uma ficha para coleta de informações, de modo a orientar de maneira mais concreta essas visitas. Depois, fizemos um momento de oração no estilo proposto nos primeiros encontros (QUERIGMA) do material para jovens, como nos encontros de novena, para que todos pudessem vivenciar e refletir sobre o nosso próprio encontro com Cristo, a quem anunciamos, porque para aprender é preciso iniciar o caminho. Isto é, o método para implantar o Itinerário catecumenal é feito caminhando, vivenciando, compreendendo e partilhando a nossa própria caminhada... A INICIAÇÃO À VIDA CRISTÃ, com o itinerário catecumenal, embora seja apresentado como uma novidade, na verdade é uma volta às origens do cristianismo.  é importante a utilização do material para orientar a atuação do catequista. Afinal muitas vezes, a nossa dificuldade com a catequese e com os catequizandos refletem as nossas próprias dificuldades com a nossa vida de fé. Por isso, é importante sempre buscar meios e experiências que ajudem a nós catequistas e os catequizandos em seu encontro com Cristo e a comunidade, a partir de nosso próprio testemunho. Alguns coordenadores (Regiane, Beth, etc.) também compartilharam sua experiência (positiva!) com os materiais indicados, bem como algumas adaptações realizadas para a sua implantação. Todas as pessoas que se manifestaram foram no sentido de incentivar e fundamentar a adoção do Itinerário  catecumenal, que na verdade é uma volta às origens à catequese dos primeiros cristãos. 2) Irmã Daiane continuou a reflexão, explicando que o material apresentado é adequado à prática do encontro da catequese, devendo sempre ser enriquecido por outros materiais, relativos à formação dos catequistas, além de dinâmicas e vivencias. E insistiu bastante na importância do estudo e da formação dos catequistas, principalmente em relação ao Estudo 97 da CNBB, Iniciação à vida cristã: um processo de inspiração catecumental. 3) Sonia então trouxe os avisos sobre a) Jornada Diocesana de Formação (Arujá 10/6 e Suzano 24/6, às 15h; b) Barraca do Choconhaque na Festa do Divino (25/10 a 04/6); c) Convite para a Formação de catequistas do Sul 1 junto às pessoas com deficiência, dias 08/7, 02/9 e 25/11. Sem mais nada a tratar, fizemos a Oraçao final e encerramos esta reunião.
ANEXO I: LISTA DE PRESENÇA DAS PARÓQUIAS
ARUJÁ – 1. Bom Jesus, BIRITIBA – 2. S. Benedito, 3. S. Luzia, FERRAZ: 4. N. Sra. Ap, 5. N. Sra. Paz, 6. S. Cruz e S. Margarida, GUARAREMA: 7. S. Benedito, ITAQUA: 8. Jesus Divino Mestre, 9. N. Sra. D’Ajuda, 10. N. Sra. Carmo, 11. N. Sra. Graças, MOGI - Região Catedral: 12. N. Sra. Carmo – Centro, 13. S. Antonio-Mogi, 14. Mãe do Divino Amor (Igreja), MOGI – Regiao Região César de Souza: 15. N. Sra Guadalupe, 16. S. Cruz – P. Grande, MOGI – Região Braz Cubas: 17. Im. Coracao de Maria, 18. N. Sra. Ap. e S. Roque, 19. N. Sra. Fatima – V. Jundiaí, 20. S. Cruz – Taiaçupeba, 21. S. Luzia (AP) – V. Rubens, 22. S. Maximiliano Kolbe, POÁ: 23. N. Sra. Lourdes, 24. N. Sra. Fátima, 25. S. Apostolos, SALESOPOLIS: 26. N. Sra. Remedios, 27. S. José, S. ISABEL: 28. S. Isabel, SUZANO: 29. Bom Pastor, 30. Divino ES, 31. S. Francisco
Textos consultados:
(1)    CNBB, Iniciação à vida cristã: um processo de inspiração catecumenal. (Estudos CNBB 97)
(2)    CNBB, Diretório nacional de catequese (Documentos CNBB 84)

ANEXO II. ROTEIRO PARA AS VISITAS MISSIONARIAS



ANEXO III. APRESENTAÇÃO DO MATERIAL INDICADO PARA A IVC (INICIAÇÃO À VIDA CRISTÃ – ITINERÁRIO CATECUMENAL)
 O MATERIAL INDICADO
APRESENTAÇÃO. A partir das recentes orientações da Igreja os livros são iluminados com a inspiração catecumenal, sem a intenção de reproduzir o esquema do catecumenato pré ou pós-batismal, mas com o desejo de traduzir as suas principais características. Contemplam o Tempo do Querigma, da Catequese, da Purificação e Iluminação e da Mistagogia.
Cada bloco de encontros temáticos encerra-se com uma celebração que pode acontecer na comunidade/paróquia.
A coleção conta com os livros do catequizando, do catequista e da comunidade, além de jogos interativos para a catequese com crianças.
À Luz das recentes orientações da Igreja – CNBB que pede “um itinerário cateqúetico [...], assumido pela Igreja Particular, que não se limite a uma formação doutrinal, mas integral, à vida cristã” (DGAE 85).
OBJETIVO DA COLEÇÃO
a) criar maior unidade e inspirar a pastoral catequética da paróquia/comunidade;
b) fazer da Palavra de Deus o eixo principal;
c) fazer com que o princípio de interação fé e vida fosse assumido;
d) valorizar  a dimensão orante expressa tanto na liturgia como nas outras práticas cultuais;
e) valorizar o uso “autêntico” do RICA (Estudos 97 74-89);
f) valorizar a experiência com Jesus Cristo, na vida comunitária;
g) resgatar a unidade dos sacramentos da IVC (Iniciação à Vida Cristã).
Itinerário I – catequizando R$ 10,00. Itinerário II – catequizando R$ 10,00
Itinerário I – catequista R$ 12,00. Itinerário II – catequista R$ 12,00
Querigma, brincar e viver (caixa de jogos) R$ 40,00


QUERIGMA: BRINCAR E VIVER
        Querigma” (jogo de tabuleiro)
        “Bom Pastor” (quebra-cabeça)
        “Memória da vida de Jesus” (dominó)
        “Memória da vida cristã” (memória)
        “Mímica”
        “A cruz de Jesus” (mico)
        “Eu encontrei Jesus” (detetive)
        “Igreja é a nossa casa” (rouba-monte)
        “Mistagogia, brincar e permanecer” (gincana)





ANEXO IV. FORMAÇÃO SOBRE CATEQUESE JUNTO À PESSOA COM DEFICIÊNCIA SUL 1 (Divulgação)

terça-feira, 11 de abril de 2017

Reunião diocesana de Abril

Reunião diocesana da catequese 08/04/2017. Padre José Eduardo começou a reunião com a oração do Espírito Santo e passou aos assuntos da pauta: 1. CONTEXTO ATUAL: mudança de época e tempos líquidos; 2. QUESTIONÁRIO sobre a catequese nas paróquias; 3. ORAÇÃO COM DINÂMICA; 4. AVISOS. No CONTEXTO ATUAL, temos a “mudança de época”, na qual somos desalojados do contexto, dos valores e das estruturas que até então nos sustentaram. São “novos ares”, aos quais ainda temos muita resistência. São “tempos líquidos”, como diz o filósofo Zygmund Bauman, em que tudo é fluido, entre o sólido e o gasoso, sob pressão. É a “customização da fé”, onde tudo seduz para fazer a minha vontade, para colocar deus a meu serviço. O desafio é não se tornar volúvel. É ser o rosto visível de Deus, que nos ama, nos acolhe, nos ampara e encoraja para enfrentar as dificuldades. Às vezes, sou um alienígena para o catequizando, ele não entende o que eu falo... Precisamos conhecê-lo e aos seus anseios... pois é em nós que o catequizando vai conhecer Jesus Cristo e ser atraído para Ele. A seguir, o padre propôs que os representantes paroquiais respondessem individualmente ao QUESTIONÁRIO, a fim de conhecermos melhor a realidade e as dificuldades da catequese nas paróquias da diocese. Na sequência, Rosildo fez a ORAÇÃO com o texto do profeta Isaías 50,4-7. Leu e releu cada versículo pausadamente, e nos levou à reflexão com os personagens: Mariquinha (só quer falar, não quer ouvir, v. 5); Cabeção (a Palavra entra por um ouvido e sai por outro, v. 4); Sapão (engulo sapo? Entendo a fraqueza do outro?, v. 6); Espelho rachado (mostra a nossa realidade ferida, fragmentada, desfigurada..., v. 7). A Cruz é formada por um cordão, um fio, como a que une a realidade de todos nós. Para finalizar, Sonia deu os AVISOS. Próximas formações: N. Sra. Lourdes – Poá, 06/5 às 8h; Bom Jesus – Arujá, 10/6 às 15h; Santa Rita – Suzano, 24/5 às 15h. Festa do Divino: 25/5 a 04/6, Barraca do Choconhaque, em prol das pastorais diocesanas, aceitamos doações. Formação sobre catequese junto à pessoa com deficiência, em São Paulo (regional Sul 1). Pe. José Eduardo deu a bênção final e fizemos o lanche comunitário.
ANEXO I. PARÓQUIAS PRESENTES

ANEXO II. CONTEXTO ATUAL: MUDANÇA DE ÉPOCA E TEMPOS LÍQUIDOS
Vivemos uma época de transformações profundas.
Não se trata de “época de mudanças”, mas de uma “mudança de época”
(DAp 44)
·       As mudanças vão surgindo, tudo muda o tempo todo e não sabemos qual mudança vai ficar, vai durar, o que vai ser estável amanhã ou não.
·       Esta é a era fluida, a era líquida, expressão cunhada pelo sociólogo polonês Zygmunt Bauman (2004), para definir a era da pós-modernidade.
·       Ele define com eficiência a realidade que vivenciamos hoje, na qual o "descartável e fluido" prevalece ocupando o lugar do duradouro e sólido.
·       O mundo escorre pelas mãos em segundos, temos a sensação de que tudo é um encanto passageiro.
·       E a marca deste mundo líquido é o individualismo. (1)
·       Customização da fé
·       Mercantilização das relações e dos costumes
·       Cultura do descartável
·       O grande desafio dessa era pós-moderna e fluida é não se tornar volúvel nos pensamentos e ações. Não temos que só produzir, consumir, obedecer, comprar, usar, ler e jogar fora.
·       Os mecanismos do sistema de interação humana continuarão sendo complexos e de cooperação, de engajamento mútuo entre as pessoas. Precisaremos das outras pessoas, da interação face a face, dos vínculos afetivos duradouros, da interdependência entre as comunidades e famílias.
·       O que devemos fazer com tantas informações? Conhecimento e poder sempre andaram de mãos dadas, mas atualmente, a informação precisa ser filtrada, precisamos refletir sobre ela, nunca perder o senso crítico, focar no substancial. Devemos nos concentrar naquilo que é mais importante e emergente. (1)

·       Em virtude do enfraquecimento das instituições e tradições, cresce a responsabilidade pessoal. Em outras épocas, instituições e tradições protegiam bem mais os indivíduos.
·       Nesta mudança de época, instituições e tradições tendem a ser socioculturalmente julgadas com base na ação dos indivíduos. Em tempos de perplexidade e incertezas, os discípulos missionários necessitam de retidão ainda maior e fidelidade a Cristo ao pensar, sentir e agir. Devem verificar se estão deixando de realmente defender, promover e testemunhar a vida em todas as suas dimensões. (DGAE, nr. 9)
·       Nesse contexto sociocultural, o discípulo missionário não desanima nem se acomoda, mas reage segundo o espírito das bem-aventuranças (Mt 5,1ss), colocando-se atento na presença do Senhor (1Sm 3,9-10). Ele crê que o Espírito é a força de Deus presente na vida das pessoas e da comunidade eclesial e confia que Ele o conduz, orienta e ilumina. Não faltam sinais de esperança. (DGAE, nr. 10)
·       Constata-se o avanço do trabalho de leigos na Igreja e na sociedade, ministros ordenados e membros da vida consagrada se dedicam com ardor à missão, comunidades respondem aos novos desafios, setores de juventude se organizam, crescem movimentos, associações, grupos, pastorais e serviços. (DGAE, nr. 10)
·       Os desafios existem para serem superados. […] Não deixemos que nos roubem a força missionária”. Eles oferecem oportunidade para discernir as urgências da ação evangelizadora. Este é um tempo para responder de modo missionário à mudança de época, com o recomeçar a partir de Jesus Cristo, através de “novo ardor, novos métodos e nova expressão”, com “criatividade pastoral”. “O semeador, quando vê surgir o joio no meio do trigo, não tem reações lastimosas ou alarmistas. Encontra o modo para fazer com que a Palavra se encarne numa situação concreta e dê frutos de vida nova”. (DGAE 2015-2016, nr. 11)
Textos consultados:
(1)    ELISANDRA VILELLA G. SÉ, “Tempos líquidos, relações fluidas; entenda”. Postagem de 01/01/2016 em http://vyaestelar.uol.com.br/post/8423/tempos-liquidos-relacoes-fluidas-entenda
(2)    CNBB, Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora no Brasil 2015-2016 (DGAE 9-11)
(3)    CELAM, Documento de Aparecida (DAp), 2005.
ANEXO III. QUESTÕES SOBRE A CATEQUESE NA PARÓQUIA
1)      Qual o material que sua paróquia utiliza na catequese?
2)      Qual o tempo de formação (de catequese) na paróquia, nas várias etapas da catequese?
3)      Como é a formação de catequistas em sua paróquia?
4)      Como é feito o acolhimento das crianças e jovens vindos de famílias separadas, divorciados, casados só no civil ou morando juntos?
5)      Como o padre acompanha a catequese na sua paróquia?

ANEXO V. MATERIAL DA DINÂMICA (Rosildo)
Um dia uma criança me parou,* Olhou-me nos meus olhos a sorrir.* Caneta e papel na sua mão,* Tarefa escolar a cumprir.* E perguntou no meio de um sorriso* O que é preciso para ser feliz?
Amar como Jesus amou,* Sonhar como Jesus sonhou,* Pensar como Jesus pensou,* Viver com Jesus viveu.* Sentir o que Jesus sentia,* Sorrir como Jesus sorria* E ao chegar o fim do dia* Eu sei que eu dormiria muito mais feliz.
Ouvindo o que eu falei ela me olhou * E disse que era lindo o que eu falei. * Pediu que repetisse, por favor, * Que não falasse tudo de uma vez. * E perguntou no meio de um sorriso * o que é preciso para ser feliz?
Amar como Jesus amou...
Depois que eu terminei de repetir, * Seus olhos não saiam do papel. * Toquei no seu rostinho e a sorrir *
Pedi que ao transmitir fosse fiel. * E ela deu-me um beijo demorado * E ao meu lado foi dizendo assim:
Amar como Jesus amou...
______________________________________________________________________
Tenho esperado este momento * Tenho esperado que viesses à mim * Tenho esperado que me fales * Tenho esperado que estivesses assim * Eu sei bem que tens vivido * Sei também que tem chorado * Eu sei bem que tens sofrido * Pois permaneço ao teu lado.
NINGUÉM TE AMA COMO EU (2X) OLHE PRA CRUZ, * ESTA É A MINHA GRANDE PROVA * NINGUÉM TE AMA COMO EU!
Eu sei bem o que me dizes * Ainda que nunca me fales * Eu sei bem o que tem sentido * Ainda que nunca me reveles * Tenho andado ao teu lado * Junto à ti permanecido * Eu te levo em meus braços * Pois sou teu melhor amigo.


  

quarta-feira, 22 de março de 2017

Reunião diocesana de Março

ANOTAÇÕES DA REUNIÃO DIOCESANA DE 18/03/2017. Iniciamos a reunião com a reflexão partilhada do evangelho (Rosildo). Fizemos a dinâmica da cruz, fazendo juntos um cruz recortada (à mão) no papel. Depois de feitas as cruzes, nós comparamos e percebemos que elas são todas diferentes, de acordo com as características de cada um, mas que cada um de nós tem a sua. Então, passamos ao primeiro assunto da pauta, a INICIAÇÃO À VIDA CRISTÃ, assistindo um vídeo “Iniciação à Vida Cristã – Catequese estilo Catecumenal” (Paulinas, com o Pe. Antonio Lelo). O vídeo aborda, de maneira simples e direta, aspectos gerais da catequese de inspiração catecumenal, em suas quatro etapas: Pré-catecumenato, Catecumenato, Purificação (e Iluminação) e Mistagogia (após receber o sacramento). Rossana explicou que a catequese é CRISTOCÊNTRICA, ou seja, é o caminho para levar para Jesus Cristo e fazer a vontade do Pai. Mas será que a nossa catequese está mesmo sendo assim? Ou estamos fazendo nossa própria vontade? Nos dias de hoje, em que as crianças/jovens/adultos chegam à catequese vindos de ambientes não cristãos, muitas vezes sem saber persignar-se (Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo), a fazer o sinal-da-cruz, ou mesmo orações simples, como “Santo Anjo”, “Ave Maria” e “Pai Nosso”. Por isso, a Igreja propõe a “inspiração catecumenal”, que nos remete às origens do cristianismo. O caminho para a Igreja propor o retorno à “inspiração catecumenal” não é recente. O Concílio Vaticano II (1962-1965) trouxe a abertura da igreja à participação mais efetiva dos leigos e a catequese acompanha esse movimento: Diretório Geral da Catequese, Catecismo da Igreja Católica (1971), Documento de Aparecida (2007) e Youcat (2015), em nível internacional; e Catequese renovada (1983), Diretório Nacional de Catequese (2006), 3ª Semana Brasileira de Catequese (2009), em nível nacional. Recordamos que a “inspiração catecumenal” não é uma metodologia pronta, mas construída na prática, introduzindo os aspectos da catequese catecumenal que sejam adequados e que façam sentido à realidade em que estamos. É nesse sentido que vamos trazer um desses aspectos, a utilização dos SÍMBOLOS que marcam a caminhada cristã. Escolhemos começar pela simbologia da CRUZ, sinal de morte e ressurreição à luz da fé, fazendo uma breve catequese sobre a cruz e a entrega solene da cruz. Rosildo detalhou um pouco mais as fases do itinerário catecumenal, com exemplos práticos. O PRÉ- CATECUMENATO é o tempo do primeiro contato com os catequizandos e as famílias; tempo das inscrições, das primeiras visitas as famílias, documentação; tempo da Apresentação para a comunidade, tempo de apresentar a Bíblia e ensinar as principais orações. Podemos fazer a inscrição de forma missionária, indo ao encontro das pessoas nos espaços em que se encontram (por exemplo, escolas, etc.) As pessoas precisam ser motivadas a conhecer Jesus Cristo e vir à Igreja, participar da comunidade. O CATECUMENATO é o período da catequese propriamente dita, com os conteúdos próprios do tempo litúrgico, ligados à realidade do catequizando. O CATECUMENATO é a fase da catequese propriamente dita. A ILUMINAÇÃO são encontros que precedem o recebimento dos sacramentos, preparação próxima, celebrações e ritos de entrega. E a MISTAGOGIA são os encontros após os sacramentos, pois a catequese continua por um tempo, para integrar o catequizando à comunidade. Não somos catequistas de 1ª Comunhão ou de Crisma ou de Adultos. Somos catequistas! E a catequese não termina com o recebimento dos sacramentos! Ou continuaremos a fazer uma catequese sacramental, que leva ao sacramento, mas não ao seguimento de Jesus Cristo. O padre comentou que a abordagem foi bastante esclarecedora e propôs que se adotasse nas paróquias o rito das entregas de símbolos, que muito tem muito a acrescentar em significado e em conteúdo de fé, em qualquer metodologia que adotemos. Rosildo fez então a catequese sobre a cruz, a partir da reflexão do texto “Loucura da cruz”, tratando o sofrimento (a dor) como nosso companheiro inseparável. “Como encaramos o sofrimento?” (respondemos individualmente a essa pergunta e alguns partilharam sua resposta, inclusive o padre). Muitos de nós não encara bem o sofrimento, não gosta, se rebela. Mas, com fé e esperança, encara o desafio, procura um caminho, uma solução e, com Cristo, aprende a superá-lo! Com as palavras do texto: “O sofrimento pode ser um grande amigo ou um terrível inimigo, depende de como o encaramos.” E é em nossa humanidade que enfrentamos essa realidade, de uma maneira surpreendente: “Sofro porque dói, sorrio porque te amo!” (do texto). Encerrada a catequese da cruz, a Beth propôs uma rápida avaliação (regular, bom, ótimo) da reunião e sugestões, para isso entregou um papelzinho a cada um. Em seguida, o padre fez o “Rito da entrega da cruz” com assinalação dos sentidos (também entregue a cada um dos presentes) e deu a benção final, seguida do lanchinho. Lembrete: No próximo sábado 25/03/2017 às 8h na Catedral, haverá a Jornada Diocesana de Formação para Catequistas das regiões Catedral e César de Souza e demais interessados.

ANEXO I – PARÓQUIAS PRESENTES: 1. N. Sra. Aparecida, 2. Senhor Bom Jesus (ARUJÁ), 3. S. Benedito (BIRITIBA MIRIM), 4. N. Sra. Aparecida, 5. N. Sra. Paz, 6. S. Antonio de Pádua (FERRAZ), 7. Jesus Divino Mestre, 8. N. Sra. D’Ajuda, 6. N. Sra. Graças, 10. S. Apóstolos (ITAQUAQUECETUBA), 11. N. Sra. Carmo, 12. N. Sra. Rosário, 13. S. Rita Cássia, 14. S. Benedito, 15. S. José Operário-Mogilar, 16. Santuário Mae do Divino Amor (MOGI, região Catedral), 17. Imaculado Coração de Maria, 18. N. Sra. Aparecida e São Roque, 19. N. Sra. Fátima, 20. N. Sra. Paz-Mirante, 21. Santa Cruz-Taiaçupeba, 22. S. Maximiliano Kolbe, 23. S. José Operário-Jundiapeba, 24. S. Sebastião, 25. AP São Pedro, 26. QP Santa Luzia (MOGI, região Braz Cubas), 27. Santa Cruz (Ponte Grande, região César de Souza), 28. S. Rosa de Lima (Poá), 29. N. Sra. Remédios, 30. São José (Salesópolis), 31. Santa Isabel (Santa Isabel), 32. Bom Pastor, 33. Divino Espírito Santo, 34. S. Helena, 35. São Sebastião (Suzano).

ANEXO II – HISTÓRICO DA INSPIRAÇÃO CATECUMENAL
vídeo "Iniciação à Vida Cristã - Catequese estilo Catecumenal" (Paulus)

MOVIMENTO PÓS-CONCILIAR
      Diretório Catequético Geral (DCG, 1971)
      Ritual de Iniciação Cristã de Adultos (RICA, 1973)
      Catecismo da Igreja Católica (CIC 1997)
      Diretório Geral para a Catequese (DGC, 1997)
      Documento de Aparecida (DAp 2007)
      Youcat (2011)

NO BRASIL
      Catequese Renovada (1983): INTERAÇÃO FÉ E VIDA
      Diretório Nacional de Catequese (2006): UMA CATEQUESE LITÚRGICA, BÍBLICA, VIVENCIAL, MÍSTICA EVANGÉLICO-MISSIONÁRIA, MAIS PARTICIPATIVA E COMUNITÁRIA
      3ª Semana Brasileira de Catequese (2009): CATEQUESE, CAMINHO PARA O DISCIPULADO E MISSÃO
      Simpósio Nacional de Catequese: ITINERÁRIO (2014)

É UMA DAS 5 URGÊNCIAS da Ação Evangelizadora (DGAE 2011-2015 e 2015-2019)
1)    Igreja em estado de permanente missão
2)    Igreja, casa de Iniciação à Vida Cristã
3)    Igreja, lugar de animação bíblica da vida e da pastoral
4)    Igreja, comunidade de comunidades
5)    Igreja a serviço da vida plena para todos.

PARTIR DE CRISTO
      Toda ação eclesial brota de Jesus Cristo e se volta para Ele e para o Reino do Pai. (04)
      Conversão pastoral e pessoal (04)
      É contínuo o convite aos discípulos missionários e, a partir deles, a toda a humanidade para segui-lo, em meio a diferenças e desencontros. (07)
(Trechos das Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora no Brasil, DGAE 2011-2015)

ITINERÁRIO CATEQUÉTICO
1ª Etapa. Pré- catecumenato, 2ª Etapa. Catecumenato, 3ª Etapa. Purificação e Iluminação, 4ª Etapa. Mistagogia

PRÉ-CATECUMENATO
      Primeiro contato com os catequizandos  e as famílias.
      Inscrições, documentação.
      Primeiras visitas às famílias.
      Apresentar os catequizandos na Igreja.
      Apresentar a Bíblia.
      Ensinar as principais orações.

CATECUMENATO
      Começa junto com o Ano Litúrgico, com uma celebração chamada Admissão.
      É a etapa do aprofundamento da fé, da conversão, da participação na comunidade.
      À medida que vão sendo trabalhado os candidatos, os vários elementos do mistério da vida, da liturgia e da oração cristã. Por isso, é o período mais longo de todo processo de iniciação.

PURIFICAÇÃO E ILUMINAÇÃO
      Começa com o Rito da eleição ou Inscrição dos nomes dos catecúmenos no primeiro domingo da Quaresma.
      Culmina com a Celebração do Batismo, da Confirmação e da Eucaristia, na Vigília Pascal.
      É um período de aprofundamento espiritual em preparação ao Tríduo Pascal.

MISTAGOGIA
      Introdução ou condução ao mistério, antes era a apresentação do mistério.
      Inicia os catecúmenos a participarem na vida da comunidade
      Catequese específica = Início da catequese permanente
      Participação na eucaristia dominical.

      Último tempo de iniciação.

ANEXO III – CATEQUESE DA CRUZ
III.1. Texto “A loucura da cruz”, III.2. “Celebração para entrega da cruz” e III.3. (Extra:) "Bênção da cruz"
BÊNÇÃO DA CRUZ
(Dirigente:) Senhor, Pai santo, que fizestes da cruz do vosso Filho a fonte de todas as bênçãos e a origem de todas as graças, dignai-Vos abençoar estas cruzes e fazei que todos aqueles que as apresentam aos homens se esforcem por se ir transformando à imagem do vosso Filho. Que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo. AMEM.
(Para a entrega:) Recebei a cruz, sinal do amor de Cristo, e da missão a que a Igreja vos destina. AMÉM.
(Do ritual de bênçãos, Bênção dos Missionários. Bênção dos que são enviados a anunciar o evangelho nr. 338 e 340b)
OBSERVAÇÃO: Fica bom incluir um abraço de acolhimento, após a entrega.

ANEXO III – Avaliação e sugestões. Resumo. Os representantes consideraram boa a reunião. 
SUGESTÕES:
1. Material de apoio sobre o conteúdo da reunião (por escrito)
2. Detalhamento das etapas do catecumenato
3. Inspiração catecumenal aplicada na prática da catequese. 

OBS: Revisado em 02/04/2017 (inclusão das fotos)