terça-feira, 11 de abril de 2017

Reunião diocesana de Abril

Reunião diocesana da catequese 08/04/2017. Padre José Eduardo começou a reunião com a oração do Espírito Santo e passou aos assuntos da pauta: 1. CONTEXTO ATUAL: mudança de época e tempos líquidos; 2. QUESTIONÁRIO sobre a catequese nas paróquias; 3. ORAÇÃO COM DINÂMICA; 4. AVISOS. No CONTEXTO ATUAL, temos a “mudança de época”, na qual somos desalojados do contexto, dos valores e das estruturas que até então nos sustentaram. São “novos ares”, aos quais ainda temos muita resistência. São “tempos líquidos”, como diz o filósofo Zygmund Bauman, em que tudo é fluido, entre o sólido e o gasoso, sob pressão. É a “customização da fé”, onde tudo seduz para fazer a minha vontade, para colocar deus a meu serviço. O desafio é não se tornar volúvel. É ser o rosto visível de Deus, que nos ama, nos acolhe, nos ampara e encoraja para enfrentar as dificuldades. Às vezes, sou um alienígena para o catequizando, ele não entende o que eu falo... Precisamos conhecê-lo e aos seus anseios... pois é em nós que o catequizando vai conhecer Jesus Cristo e ser atraído para Ele. A seguir, o padre propôs que os representantes paroquiais respondessem individualmente ao QUESTIONÁRIO, a fim de conhecermos melhor a realidade e as dificuldades da catequese nas paróquias da diocese. Na sequência, Rosildo fez a ORAÇÃO com o texto do profeta Isaías 50,4-7. Leu e releu cada versículo pausadamente, e nos levou à reflexão com os personagens: Mariquinha (só quer falar, não quer ouvir, v. 5); Cabeção (a Palavra entra por um ouvido e sai por outro, v. 4); Sapão (engulo sapo? Entendo a fraqueza do outro?, v. 6); Espelho rachado (mostra a nossa realidade ferida, fragmentada, desfigurada..., v. 7). A Cruz é formada por um cordão, um fio, como a que une a realidade de todos nós. Para finalizar, Sonia deu os AVISOS. Próximas formações: N. Sra. Lourdes – Poá, 06/5 às 8h; Bom Jesus – Arujá, 10/6 às 15h; Santa Rita – Suzano, 24/5 às 15h. Festa do Divino: 25/5 a 04/6, Barraca do Choconhaque, em prol das pastorais diocesanas, aceitamos doações. Formação sobre catequese junto à pessoa com deficiência, em São Paulo (regional Sul 1). Pe. José Eduardo deu a bênção final e fizemos o lanche comunitário.
ANEXO I. PARÓQUIAS PRESENTES

ANEXO II. CONTEXTO ATUAL: MUDANÇA DE ÉPOCA E TEMPOS LÍQUIDOS
Vivemos uma época de transformações profundas.
Não se trata de “época de mudanças”, mas de uma “mudança de época”
(DAp 44)
·       As mudanças vão surgindo, tudo muda o tempo todo e não sabemos qual mudança vai ficar, vai durar, o que vai ser estável amanhã ou não.
·       Esta é a era fluida, a era líquida, expressão cunhada pelo sociólogo polonês Zygmunt Bauman (2004), para definir a era da pós-modernidade.
·       Ele define com eficiência a realidade que vivenciamos hoje, na qual o "descartável e fluido" prevalece ocupando o lugar do duradouro e sólido.
·       O mundo escorre pelas mãos em segundos, temos a sensação de que tudo é um encanto passageiro.
·       E a marca deste mundo líquido é o individualismo. (1)
·       Customização da fé
·       Mercantilização das relações e dos costumes
·       Cultura do descartável
·       O grande desafio dessa era pós-moderna e fluida é não se tornar volúvel nos pensamentos e ações. Não temos que só produzir, consumir, obedecer, comprar, usar, ler e jogar fora.
·       Os mecanismos do sistema de interação humana continuarão sendo complexos e de cooperação, de engajamento mútuo entre as pessoas. Precisaremos das outras pessoas, da interação face a face, dos vínculos afetivos duradouros, da interdependência entre as comunidades e famílias.
·       O que devemos fazer com tantas informações? Conhecimento e poder sempre andaram de mãos dadas, mas atualmente, a informação precisa ser filtrada, precisamos refletir sobre ela, nunca perder o senso crítico, focar no substancial. Devemos nos concentrar naquilo que é mais importante e emergente. (1)

·       Em virtude do enfraquecimento das instituições e tradições, cresce a responsabilidade pessoal. Em outras épocas, instituições e tradições protegiam bem mais os indivíduos.
·       Nesta mudança de época, instituições e tradições tendem a ser socioculturalmente julgadas com base na ação dos indivíduos. Em tempos de perplexidade e incertezas, os discípulos missionários necessitam de retidão ainda maior e fidelidade a Cristo ao pensar, sentir e agir. Devem verificar se estão deixando de realmente defender, promover e testemunhar a vida em todas as suas dimensões. (DGAE, nr. 9)
·       Nesse contexto sociocultural, o discípulo missionário não desanima nem se acomoda, mas reage segundo o espírito das bem-aventuranças (Mt 5,1ss), colocando-se atento na presença do Senhor (1Sm 3,9-10). Ele crê que o Espírito é a força de Deus presente na vida das pessoas e da comunidade eclesial e confia que Ele o conduz, orienta e ilumina. Não faltam sinais de esperança. (DGAE, nr. 10)
·       Constata-se o avanço do trabalho de leigos na Igreja e na sociedade, ministros ordenados e membros da vida consagrada se dedicam com ardor à missão, comunidades respondem aos novos desafios, setores de juventude se organizam, crescem movimentos, associações, grupos, pastorais e serviços. (DGAE, nr. 10)
·       Os desafios existem para serem superados. […] Não deixemos que nos roubem a força missionária”. Eles oferecem oportunidade para discernir as urgências da ação evangelizadora. Este é um tempo para responder de modo missionário à mudança de época, com o recomeçar a partir de Jesus Cristo, através de “novo ardor, novos métodos e nova expressão”, com “criatividade pastoral”. “O semeador, quando vê surgir o joio no meio do trigo, não tem reações lastimosas ou alarmistas. Encontra o modo para fazer com que a Palavra se encarne numa situação concreta e dê frutos de vida nova”. (DGAE 2015-2016, nr. 11)
Textos consultados:
(1)    ELISANDRA VILELLA G. SÉ, “Tempos líquidos, relações fluidas; entenda”. Postagem de 01/01/2016 em http://vyaestelar.uol.com.br/post/8423/tempos-liquidos-relacoes-fluidas-entenda
(2)    CNBB, Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora no Brasil 2015-2016 (DGAE 9-11)
(3)    CELAM, Documento de Aparecida (DAp), 2005.
ANEXO III. QUESTÕES SOBRE A CATEQUESE NA PARÓQUIA
1)      Qual o material que sua paróquia utiliza na catequese?
2)      Qual o tempo de formação (de catequese) na paróquia, nas várias etapas da catequese?
3)      Como é a formação de catequistas em sua paróquia?
4)      Como é feito o acolhimento das crianças e jovens vindos de famílias separadas, divorciados, casados só no civil ou morando juntos?
5)      Como o padre acompanha a catequese na sua paróquia?

ANEXO V. MATERIAL DA DINÂMICA (Rosildo)
Um dia uma criança me parou,* Olhou-me nos meus olhos a sorrir.* Caneta e papel na sua mão,* Tarefa escolar a cumprir.* E perguntou no meio de um sorriso* O que é preciso para ser feliz?
Amar como Jesus amou,* Sonhar como Jesus sonhou,* Pensar como Jesus pensou,* Viver com Jesus viveu.* Sentir o que Jesus sentia,* Sorrir como Jesus sorria* E ao chegar o fim do dia* Eu sei que eu dormiria muito mais feliz.
Ouvindo o que eu falei ela me olhou * E disse que era lindo o que eu falei. * Pediu que repetisse, por favor, * Que não falasse tudo de uma vez. * E perguntou no meio de um sorriso * o que é preciso para ser feliz?
Amar como Jesus amou...
Depois que eu terminei de repetir, * Seus olhos não saiam do papel. * Toquei no seu rostinho e a sorrir *
Pedi que ao transmitir fosse fiel. * E ela deu-me um beijo demorado * E ao meu lado foi dizendo assim:
Amar como Jesus amou...
______________________________________________________________________
Tenho esperado este momento * Tenho esperado que viesses à mim * Tenho esperado que me fales * Tenho esperado que estivesses assim * Eu sei bem que tens vivido * Sei também que tem chorado * Eu sei bem que tens sofrido * Pois permaneço ao teu lado.
NINGUÉM TE AMA COMO EU (2X) OLHE PRA CRUZ, * ESTA É A MINHA GRANDE PROVA * NINGUÉM TE AMA COMO EU!
Eu sei bem o que me dizes * Ainda que nunca me fales * Eu sei bem o que tem sentido * Ainda que nunca me reveles * Tenho andado ao teu lado * Junto à ti permanecido * Eu te levo em meus braços * Pois sou teu melhor amigo.


  

quarta-feira, 22 de março de 2017

Reunião diocesana de Março

ANOTAÇÕES DA REUNIÃO DIOCESANA DE 18/03/2017. Iniciamos a reunião com a reflexão partilhada do evangelho (Rosildo). Fizemos a dinâmica da cruz, fazendo juntos um cruz recortada (à mão) no papel. Depois de feitas as cruzes, nós comparamos e percebemos que elas são todas diferentes, de acordo com as características de cada um, mas que cada um de nós tem a sua. Então, passamos ao primeiro assunto da pauta, a INICIAÇÃO À VIDA CRISTÃ, assistindo um vídeo “Iniciação à Vida Cristã – Catequese estilo Catecumenal” (Paulinas, com o Pe. Antonio Lelo). O vídeo aborda, de maneira simples e direta, aspectos gerais da catequese de inspiração catecumenal, em suas quatro etapas: Pré-catecumenato, Catecumenato, Purificação (e Iluminação) e Mistagogia (após receber o sacramento). Rossana explicou que a catequese é CRISTOCÊNTRICA, ou seja, é o caminho para levar para Jesus Cristo e fazer a vontade do Pai. Mas será que a nossa catequese está mesmo sendo assim? Ou estamos fazendo nossa própria vontade? Nos dias de hoje, em que as crianças/jovens/adultos chegam à catequese vindos de ambientes não cristãos, muitas vezes sem saber persignar-se (Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo), a fazer o sinal-da-cruz, ou mesmo orações simples, como “Santo Anjo”, “Ave Maria” e “Pai Nosso”. Por isso, a Igreja propõe a “inspiração catecumenal”, que nos remete às origens do cristianismo. O caminho para a Igreja propor o retorno à “inspiração catecumenal” não é recente. O Concílio Vaticano II (1962-1965) trouxe a abertura da igreja à participação mais efetiva dos leigos e a catequese acompanha esse movimento: Diretório Geral da Catequese, Catecismo da Igreja Católica (1971), Documento de Aparecida (2007) e Youcat (2015), em nível internacional; e Catequese renovada (1983), Diretório Nacional de Catequese (2006), 3ª Semana Brasileira de Catequese (2009), em nível nacional. Recordamos que a “inspiração catecumenal” não é uma metodologia pronta, mas construída na prática, introduzindo os aspectos da catequese catecumenal que sejam adequados e que façam sentido à realidade em que estamos. É nesse sentido que vamos trazer um desses aspectos, a utilização dos SÍMBOLOS que marcam a caminhada cristã. Escolhemos começar pela simbologia da CRUZ, sinal de morte e ressurreição à luz da fé, fazendo uma breve catequese sobre a cruz e a entrega solene da cruz. Rosildo detalhou um pouco mais as fases do itinerário catecumenal, com exemplos práticos. O PRÉ- CATECUMENATO é o tempo do primeiro contato com os catequizandos e as famílias; tempo das inscrições, das primeiras visitas as famílias, documentação; tempo da Apresentação para a comunidade, tempo de apresentar a Bíblia e ensinar as principais orações. Podemos fazer a inscrição de forma missionária, indo ao encontro das pessoas nos espaços em que se encontram (por exemplo, escolas, etc.) As pessoas precisam ser motivadas a conhecer Jesus Cristo e vir à Igreja, participar da comunidade. O CATECUMENATO é o período da catequese propriamente dita, com os conteúdos próprios do tempo litúrgico, ligados à realidade do catequizando. O CATECUMENATO é a fase da catequese propriamente dita. A ILUMINAÇÃO são encontros que precedem o recebimento dos sacramentos, preparação próxima, celebrações e ritos de entrega. E a MISTAGOGIA são os encontros após os sacramentos, pois a catequese continua por um tempo, para integrar o catequizando à comunidade. Não somos catequistas de 1ª Comunhão ou de Crisma ou de Adultos. Somos catequistas! E a catequese não termina com o recebimento dos sacramentos! Ou continuaremos a fazer uma catequese sacramental, que leva ao sacramento, mas não ao seguimento de Jesus Cristo. O padre comentou que a abordagem foi bastante esclarecedora e propôs que se adotasse nas paróquias o rito das entregas de símbolos, que muito tem muito a acrescentar em significado e em conteúdo de fé, em qualquer metodologia que adotemos. Rosildo fez então a catequese sobre a cruz, a partir da reflexão do texto “Loucura da cruz”, tratando o sofrimento (a dor) como nosso companheiro inseparável. “Como encaramos o sofrimento?” (respondemos individualmente a essa pergunta e alguns partilharam sua resposta, inclusive o padre). Muitos de nós não encara bem o sofrimento, não gosta, se rebela. Mas, com fé e esperança, encara o desafio, procura um caminho, uma solução e, com Cristo, aprende a superá-lo! Com as palavras do texto: “O sofrimento pode ser um grande amigo ou um terrível inimigo, depende de como o encaramos.” E é em nossa humanidade que enfrentamos essa realidade, de uma maneira surpreendente: “Sofro porque dói, sorrio porque te amo!” (do texto). Encerrada a catequese da cruz, a Beth propôs uma rápida avaliação (regular, bom, ótimo) da reunião e sugestões, para isso entregou um papelzinho a cada um. Em seguida, o padre fez o “Rito da entrega da cruz” com assinalação dos sentidos (também entregue a cada um dos presentes) e deu a benção final, seguida do lanchinho. Lembrete: No próximo sábado 25/03/2017 às 8h na Catedral, haverá a Jornada Diocesana de Formação para Catequistas das regiões Catedral e César de Souza e demais interessados.

ANEXO I – PARÓQUIAS PRESENTES: 1. N. Sra. Aparecida, 2. Senhor Bom Jesus (ARUJÁ), 3. S. Benedito (BIRITIBA MIRIM), 4. N. Sra. Aparecida, 5. N. Sra. Paz, 6. S. Antonio de Pádua (FERRAZ), 7. Jesus Divino Mestre, 8. N. Sra. D’Ajuda, 6. N. Sra. Graças, 10. S. Apóstolos (ITAQUAQUECETUBA), 11. N. Sra. Carmo, 12. N. Sra. Rosário, 13. S. Rita Cássia, 14. S. Benedito, 15. S. José Operário-Mogilar, 16. Santuário Mae do Divino Amor (MOGI, região Catedral), 17. Imaculado Coração de Maria, 18. N. Sra. Aparecida e São Roque, 19. N. Sra. Fátima, 20. N. Sra. Paz-Mirante, 21. Santa Cruz-Taiaçupeba, 22. S. Maximiliano Kolbe, 23. S. José Operário-Jundiapeba, 24. S. Sebastião, 25. AP São Pedro, 26. QP Santa Luzia (MOGI, região Braz Cubas), 27. Santa Cruz (Ponte Grande, região César de Souza), 28. S. Rosa de Lima (Poá), 29. N. Sra. Remédios, 30. São José (Salesópolis), 31. Santa Isabel (Santa Isabel), 32. Bom Pastor, 33. Divino Espírito Santo, 34. S. Helena, 35. São Sebastião (Suzano).

ANEXO II – HISTÓRICO DA INSPIRAÇÃO CATECUMENAL
vídeo "Iniciação à Vida Cristã - Catequese estilo Catecumenal" (Paulus)

MOVIMENTO PÓS-CONCILIAR
      Diretório Catequético Geral (DCG, 1971)
      Ritual de Iniciação Cristã de Adultos (RICA, 1973)
      Catecismo da Igreja Católica (CIC 1997)
      Diretório Geral para a Catequese (DGC, 1997)
      Documento de Aparecida (DAp 2007)
      Youcat (2011)

NO BRASIL
      Catequese Renovada (1983): INTERAÇÃO FÉ E VIDA
      Diretório Nacional de Catequese (2006): UMA CATEQUESE LITÚRGICA, BÍBLICA, VIVENCIAL, MÍSTICA EVANGÉLICO-MISSIONÁRIA, MAIS PARTICIPATIVA E COMUNITÁRIA
      3ª Semana Brasileira de Catequese (2009): CATEQUESE, CAMINHO PARA O DISCIPULADO E MISSÃO
      Simpósio Nacional de Catequese: ITINERÁRIO (2014)

É UMA DAS 5 URGÊNCIAS da Ação Evangelizadora (DGAE 2011-2015 e 2015-2019)
1)    Igreja em estado de permanente missão
2)    Igreja, casa de Iniciação à Vida Cristã
3)    Igreja, lugar de animação bíblica da vida e da pastoral
4)    Igreja, comunidade de comunidades
5)    Igreja a serviço da vida plena para todos.

PARTIR DE CRISTO
      Toda ação eclesial brota de Jesus Cristo e se volta para Ele e para o Reino do Pai. (04)
      Conversão pastoral e pessoal (04)
      É contínuo o convite aos discípulos missionários e, a partir deles, a toda a humanidade para segui-lo, em meio a diferenças e desencontros. (07)
(Trechos das Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora no Brasil, DGAE 2011-2015)

ITINERÁRIO CATEQUÉTICO
1ª Etapa. Pré- catecumenato, 2ª Etapa. Catecumenato, 3ª Etapa. Purificação e Iluminação, 4ª Etapa. Mistagogia

PRÉ-CATECUMENATO
      Primeiro contato com os catequizandos  e as famílias.
      Inscrições, documentação.
      Primeiras visitas às famílias.
      Apresentar os catequizandos na Igreja.
      Apresentar a Bíblia.
      Ensinar as principais orações.

CATECUMENATO
      Começa junto com o Ano Litúrgico, com uma celebração chamada Admissão.
      É a etapa do aprofundamento da fé, da conversão, da participação na comunidade.
      À medida que vão sendo trabalhado os candidatos, os vários elementos do mistério da vida, da liturgia e da oração cristã. Por isso, é o período mais longo de todo processo de iniciação.

PURIFICAÇÃO E ILUMINAÇÃO
      Começa com o Rito da eleição ou Inscrição dos nomes dos catecúmenos no primeiro domingo da Quaresma.
      Culmina com a Celebração do Batismo, da Confirmação e da Eucaristia, na Vigília Pascal.
      É um período de aprofundamento espiritual em preparação ao Tríduo Pascal.

MISTAGOGIA
      Introdução ou condução ao mistério, antes era a apresentação do mistério.
      Inicia os catecúmenos a participarem na vida da comunidade
      Catequese específica = Início da catequese permanente
      Participação na eucaristia dominical.

      Último tempo de iniciação.

ANEXO III – CATEQUESE DA CRUZ
III.1. Texto “A loucura da cruz”, III.2. “Celebração para entrega da cruz” e III.3. (Extra:) "Bênção da cruz"
BÊNÇÃO DA CRUZ
(Dirigente:) Senhor, Pai santo, que fizestes da cruz do vosso Filho a fonte de todas as bênçãos e a origem de todas as graças, dignai-Vos abençoar estas cruzes e fazei que todos aqueles que as apresentam aos homens se esforcem por se ir transformando à imagem do vosso Filho. Que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo. AMEM.
(Para a entrega:) Recebei a cruz, sinal do amor de Cristo, e da missão a que a Igreja vos destina. AMÉM.
(Do ritual de bênçãos, Bênção dos Missionários. Bênção dos que são enviados a anunciar o evangelho nr. 338 e 340b)
OBSERVAÇÃO: Fica bom incluir um abraço de acolhimento, após a entrega.


ANEXO III – Avaliação e sugestões. Resumo. Os representantes consideraram boa a reunião. 
SUGESTÕES:
1. Material de apoio sobre o conteúdo da reunião (por escrito)
2. Detalhamento das etapas do catecumenato
3. Inspiração catecumenal aplicada na prática da catequese. 

OBS: Revisado em 02/04/2017 (inclusão das fotos)



Reunião diocesana de Fevereiro

ANOTAÇÕES DA REUNIÃO DIOCESANA DE 18/02/2017. Iniciamos a reunião com a reflexão partilhada do evangelho (Mc 9,2-13). O Rosildo fez a dinâmica do padre novo e do padre antigo (com dois bonecos). Nem fazer a vontade do padre novo nem do antigo, mas a vontade de Deus. Em seguida, apresentamos nosso novo padre assessor diocesano da catequese, Pe. José Eduardo Ferreira (Paróquia N. Sra. Paz – Ferraz de Vasconcelos). O padre falou de sua alegria com o convite e suas expectativas. Em seguida, irmã Célia nos apresentou um panorama geral da exortação apostólica “Amoris laetitia” em seus nove capítulos. E a irmã Daiane nos falou sobre a iniciação à vida cristã e a inspiração catecumenal. Como inspiração, não se trata de ser uma reprodução do catecumenato original, exatamente como era feito os primeiros tempos do cristianismo, e SIM de ver o que de bom podemos aproveitar e trazer para HOJE poder nos ajudar na caminhada da fé! Na catequese, um fator importante a se considerar é conhecer a família dos catequizandos, sua realidade religiosa e social. Fizemos também uma partilha em grupo (e plenário), sobre como poderíamos aproximar a família dos encontros de catequese, em 5 diferentes contextos. Em todos os casos, nos grupos foram sugeridas as visitas às famílias dos catequizandos e encontros celebrativos com os pais. Em seguida, o padre disse que quer conhecer melhor a catequese nas paróquias e mostrou abertura ao diálogo, como caminho para conhecer, compreender e ajudar a caminhada da catequese em toda a nossa diocese. Mais do que diretrizes diocesanas (que já existem, por exemplo, o Diretório Nacional da Catequese, Diretório Diocesano dos Sacramentos, etc.), precisamos propor atividades práticas, que sejam diretamente aplicáveis na catequese. É esse o direcionamento que o padre pretende oferecer. Encerramos a reunião com a Oração da Campanha da Fraternidade, a bênção e o lanchinho.


ANEXO I. PARÓQUIAS PRESENTES: 1. N. Sra. Carmo – Centro, 2. N. Sra. Socorro – Socorro, 3. S. José Operário – Mogilar, 4. Santuário – Igreja S. Benedito (MOGI, Região Catedral), 5. Im. Coração Maria – Jd. Universo, 6. N. Sra. Fátima – V. Jundiaí, 7. Santa Cruz – Taiaçupeba, 8. São Sebastião – V. S. Sebastião, 9. São Maximiliano Kolbe – V. Lavínia, 10. QP S. Luzia – V. Rubens, 11. AP S. Pedro Apóstolo – Jd. S. Pedro (MOGI, Região Brás Cubas), 12. Santa Cruz – Ponte Grande, 13. S. Rita de Cássia – Socorro, 14. S. Pedro Apóstolo – César de Souza (MOGI, Região César de Souza), 15. Senhor Bom Jesus – Centro (ARUJÁ), 16. Santa Luzia – Jd. Yoneda, 17. N. Sra. Aparecida – V. Andeyara, 18. N. Sra. Fátima – V. Corrêa, 19. N. Sra. Paz – Centro, 20. S. Antonio de Padua – V. S. Antonio (FERRAZ DE VASCONCELOS), 21. S. Benedito – Centro (GUARAREMA), 22. N. Sra. D' Ajuda, 23. N. Sra. Graças, 24. S. Isabel – Centro (SANTA ISABEL), 25. N. Sra. dos Remédios – Remédios , 26. São José – Centro (SALESÓPOLIS), 27. Bom Pastor – Cidade Edson, Divino Espirito Santo – Taba Marajoara, 28. N. Sra. Mãe do Redentor – V. Amorim, 29. S. Rita de Cássia – Jd. Gardênia Azul, 30. S. Francisco de Assis – Palmeiras, 31. S. Sebastião – Centro (SUZANO).

ANEXO II. ORAÇÃO DA CF 2017
Deus, nosso Pai e Senhor, nós vos louvamos e bendizemos, por vossa infinita bondade Criastes o universo com sabedoria e o entregastes em nossas frágeis mãos para que dele cuidemos com carinho e amor. Ajudai-nos a ser responsáveis e zelosos pela Casa Comum Cresça em nosso imenso Brasil o desejo e o empenho de cuidar mais e mais da vida das pessoas e da beleza e riqueza da criação alimentando o sonho do novo céu e da nova terra que prometestes. Amém!

ANEXO III. AVALIAÇÃO DA CATEQUESE (incluído em 25/03/2017 ref. avaliação feita na reunião de Setembro 2016, com Pe. Reginaldo)

NA PARÓQUIA
J Que bom...
·   Formação Paroquial
·   Passeios com turmas da catequese
·   Orientação e acompanhamento do padre
·   Missas da Catequese
·   Entrega da Bíblia
·   Retiro espiritual uma vez por ano
·   Reuniões mensais com os coordenadores da paróquia
·   Gincana ecológica 1 vez por ano
·   Retiro com as crianças da Primeira Comunhão
·   Encontros com as famílias dos catequizandos
·   Cronograma com os temas para os catequistas
·   Proposta catecumenal
·   Comprometimento dos catequistas
·   Formação mensal geral: Escola da Fé
·   Formação bimestral por etapas de catequese
·   Material para a catequese por etapa
·   Mensalmente, encontro para os jovens do crisma
·   Parceria com a Pastoral Familiar
·   Grupo de coordenação paroquial
·   Participação do padre nas reuniões
·   Integração entre paróquias e comunidades
·   Ter jovens na catequese

L Que pena...
·   Não ter comunicação entre secretaria e pastoral da catequese
·   Falta de estrutura e material para crianças e jovens deficientes
·   Não conseguir atingir as famílias
·   Não ter uma missa para a catequese
·   Poucos catequistas
·   Pouca participação nas formações
·   Falta de espaço e móveis para acolhida dos catequizandos
·   Poucos momentos de espiritualidade
·   Falta de material e apoio das Pastorais
·   Falta de frequência dos catequizandos nas missas
·   Catequistas com acúmulo de tarefas
·   Falta de acolhida às novidades
·   Catequizandos após a crisma se afastam da Igreja
·   Falta de interesse dos catequistas
·   Má divulgação da catequese

G Que tal...
·   Ter mais encontros com as famílias
·   Divulgação da catequese
·   Mais dinâmicas, formações e incentivo dos párocos
·   Mais retiros para os catequizandos
·   Material didático
·   Integração com outras pastorais
·   Mais espiritualidade, retiros
·   Utilizar mais os meios tecnológicos
·   Atenção maior para a catequese com adultos
·   Trabalhar a questão da inclusão na catequese
·   Formação para catequistas iniciantes
·   Trabalhar mais a formação dos catequistas

NA DIOCESE
J Que bom...
·   Reuniões mensais
·   Eventos promovidos pela equipe
·   Formação para catequistas nas regiões = Jornada diocesana da catequese
·   Coordenação disponível
·   Dia do catequista
·   Dinâmicas
·   Retiro para coordenadores
·   Comunicação (whatsapp, blog, site)
·   Confraternização de catequistas
·   Participação do padre nas reuniões
·   uma equipe diocesana
·   O Padre Cleiton como formador
·   Enriquecimento espiritual

L  Que pena...
·    Falta de um plano de ação
·    Falta de partilha das dificuldades para ter orientação
·    Falta de conteúdo para cada etapa da catequese
·    Nem sempre as orientações diocesanas podem ser cumpridas nas paróquias
·    Falta de integração entre as pastorais a nível diocesano
·    Falta de integração entre as paróquias
·    Falta de integração entre os padres
·    Falta de um Plano Diocesano de Catequese
·    Falta de um apoio maior para os Coordenadores
·    Falta de participação da equipe diocesana na vida das paróquias
·    Falta de conhecimento da realidade de cada cidade/local/paróquia
·    Falta de apoio de alguns padres
·     A diocese ainda é muito distante
·     Falta de abranger mais as paróquias
·     A comunicação não é eficaz
·     Falta formação

G Que tal...
·   Mais formações sobre o itinerário catequético
·   Formação: Espiritualidade do catequista, Pedagogia das idades
·   Implantar subsídio catequético
·   Semana Catequética
·   Definir o tempo para as etapas de catequese
·   Criar o jornal da catequese
·   Usar mais as redes sociais
·   Mais eventos voltados para a catequese
·   Propor de maneira mais simples as formações para catequistas
·   Levar a diocese para as comunidades
·   Formação diferenciada para coordenadores, catequistas veteranos e catequistas iniciantes
·   Pedir para os párocos enviar os coordenadores para a reunião
·   Cronograma com temas e idades para toda a diocese
·   Retiro diocesano em outra data
·   Reuniões diocesanas num lugar mais centralizado
·   Promover mais encontros unindo os catequistas das regiões
·   Acompanhamento da equipe nas formações das paróquias
·   Comprometimento dos padres com a catequese
·   Motivação para os encontros diocesanos
·   Colocar as reuniões bimestrais
·   Buscar maior participação dos catequistas nos eventos
·   Mais retiros para os catequistas
·   Estudos bíblicos
·   Mais formações nas Paróquias
·   Diretório de Catequese diocesano
·   Alternar as reuniões de coordenadores nas demais cidades
·   Informar com maior antecedência
·   Mais participantes na equipe diocesana
·   Temas atuais, para serem discutidos e refletidos
·    Equipe visitar as comunidades
·    Mais apoio didático
·    Maior comunicação
·    Mais formações em nível regional