segunda-feira, 2 de julho de 2018

REUNIÃO DIOCESANA DE JUNHO

A reunião diocesana de junho iniciou com a Oração, conduzida pela irmã Daiane. Antes de convidar a todos a traçar sobre si o “Em nome do Pai...” retomou o sentido deste sinal, que marca toda a nossa caminhada de fé, de um Deus que é Uno e Trino. Pediu a luz do Espírito Santo e propôs intenções gerais, sobre a igreja, os governantes, os pobres, fazendo memória de alguns aspectos da realidade atual.
Em seguida, a irmã acolheu e apresentou o Pe. Diogo Shishito dos Santos, assessor diocesano da Liturgia, nosso palestrante do dia. O padre, por sua vez, abordou o tema “CATEQUESE E LITURGIA”, que não são concorrentes, como muitas vezes parece, mas são intimamente ligados por um mesmo objetivo: conduzir e alimentar a nossa fé. (Mais anotações no Anexo 2.) Ao final da palestra, a irmã agradeceu a disponibilidade e a palestra do Pe. Shishito – rezamos uma “Ave Maria” – e pediu que ele nos desse a bênção. Beth entregou uma lembrancinha ao padre, em nome da equipe diocesana e, ainda na presença dele, Rossana comunicou a todos que o Pe. José Eduardo fez uma breve apresentação do projeto de iniciação cristã na última reunião do clero (mês de maio) e que foi formada uma Comissão de padres para ajudar neste processo – Pe. Diogo Shishito foi um dos indicados para esta comissão. Pode ser que essa fala (do Pe. José Eduardo) já esteja produzindo efeito junto aos padres, em favor da iniciação cristã. Concluídos os assuntos, Roseneire deu por encerrada a reunião e chamou para o lanchinho. Os AVISOS foram entregues impressos (exceto as observações em itálico, feitas posteriormente, durante a leitura na reunião):

1) Dia 21/7 às 9h: 2º Encontro Diocesano Sobre a Catequese Junto à Pessoa com Deficiência, com Sandra Ramalhoso – Equipe do Regional SUL-1. Local: Casa das Irmãs Missionárias Catequistas
2) Dia do Catequista: Missa às 19h30 na Catedral Diocesana. (Pode ser que marquemos a concentração antes.)
3) Pastoral do Surdo: Missas todos os Domingos às 10h na Paróquia N. Sra. Aparecida e São Roque – Brás Cubas, Mogi das Cruzes; 3º Domingo às 11h na Paróquia N. Sra. Paz – Centro , Ferraz de Vasconcelos; Maranathá dos Surdos 6-8 Julho: doação bolo 100 pessoas. (Ficamos de verificar qual o valor e providenciar o bolo.)


ANEXO 1. LISTA DAS PARÓQUIAS PRESENTES (22)
MOGI – B. CUBAS (05): Imaculado Coração de Maria (Jd. Universo), Nossa Senhora Aparecida e São Roque (Brás Cubas), Nossa Senhora Carmo (Sabaúna), São Maximiliano Kolbe (V. Lavínia), Santa Cruz (Taiaçupeba),
MOGI – CATEDRAL: -
MOGI – C. SOUZA (03): Santa Cruz (Ponte Grande) Santa Rita (Socorro), São Benedito (C. Souza)
ARUJÁ, GUARAREMA e SANTA ISABEL (02): Senhor Bom Jesus (Centro, Arujá), Santa Isabel (Santa Isabel)
BIRITIBA MIRIM E SALESÓPOLIS (03): São Benedito (Centro, B. Mirim), Nossa Senhora Remédios (Remédios, Salesópolis), São José (Centro, Salesópolis)
FERRAZ (03): Nossa Senhora Aparecida (V. Andeyara), Nossa Senhora Paz (Centro), Santo Antônio (V. Santo Antônio)
ITAQUAQUECETUBA (01): São Bartolomeu
POÁ (03): Nossa Senhora de Fátima (Calmon), Nossa Senhora de Lourdes (Centro), São José (V. Varela)
SUZANO (02): Nossa Senhora Mãe do Redentor (V. Amorim), Santa Suzana (Cidade Edson),

ANEXO 2. ANOTAÇÕES DA PALESTRA “CATEQUESE E LITURGIA”
O que entendemos por Liturgia? O que entendemos por Catequese?
Há muitos anos estamos falando sobre esta comunhão entre Catequese e Liturgia.
QUAL O OBJETIVO DA CATEQUESE? à formar discípulos; à evangelizar; à fazer experiência com Deus; à inserir na comunidade; à se tornar testemunho; à criar identidade cristã.
E QUAL O OBJETIVO DA LITURGIA? É o mesmo. QUAL É ENTÃO A DIFERENÇA?
* Não fazer um cabo-de-guerra: PODE X NÃO PODE. * Superar a simples “propaganda” Vocacional/ Pastoral.
O processo de evangelização é um processo relacional. É o que ensina o texto-base do Doc 107 (João 4), o texto de Jesus e a samaritana. Jesus revela “quem sou eu diante de Deus?” = identidade. A Catequese e a Liturgia promovem o encontro que me leve a conhecer que eu preciso estar na presença de Deus. A diferença é que Liturgia é uma experiência “casual” e a catequese é um encontro “marcado”, formal, que visa o conhecimento. Ambas visam que eu adquira este vínculo, esta COMUNICAÇÃO, com Deus.
Para esta comunicação com Deus, usamos os símbolos. Os símbolos nos falam muito. Por exemplo, o INCENSO nos traz o resumo do mistério pascal: a NAVETA contém os grãos de incenso (composto de parafina com perfume). A naveta representa a barca de Pedro. Quem está lá? Aqueles que foram pescados, colocados em três porções – simbolizando a Trindade.  A BRASA é a presença de Deus, a ação do Espírito Santo, que derrete e produz uma fumaça que chega até Deus. A Catequese explica e a Liturgia celebra, produz a experiência.
Outro exemplo, a cruz ao altar, na Basílica de Aparecida: é a “CRUZ DO NADA”. Vista na lateral, ela “some”. O Tudo (que é Deus) se fez “nada” para nos trazer o mistério da cruz! A Liturgia apresenta o símbolo e Catequese nos ajuda a enxergar esta realidade. Nos dá os óculos que precisamos para ler = Jesus Cristo!
Na comunicação verbal, nas aclamações que fazemos em todas as missas, temos outros exemplos. Na APRESENTAÇÃO DAS OFERENDAS, nos dirigimos ao PADRE: Receba O Senhor (que o Senhor receba), por TUAS mãos (do sacerdote, aquele que apresenta o sacrifício) este sacrifício, para a glória de seu nome (pessoa de quem eu falo), para o nosso bem e de toda a santa igreja.
A TEORIA sem dúvida é importante, mas adquire maior significado quando aplicada na PRÁTICA. Como na faculdade, quando temos a teoria e no estágio temos que compreender e aplica-la na pratica, com todas as suas adversidades. A experiência, a prática, resignifica e valoriza o que é aprendido na teoria. Por exemplo, se eu não sei o que é um CHOQUE, que eu nunca fiz esta experiência, não vai adiantar você explicar, mesmo que de maneiras diferenciadas, para o bebê. Ele só vai compreender de fato, quando experimentar. A explicação (teoria) é a Catequese; a experiência (prática) é a Liturgia.
Na teoria precisamos aprender a “REZAR DIREITO”, para enriquecer e aprofundar a nossa prática orante. Por exemplo, no Pai Nosso, oração que todos nós rezamos. Quando dizemos “PAI NOSSO” referimo-nos a Deus Pai, afirmando que acreditamos em seu Filho e no poder de seu Espírito. Deus Pai está “NOS CÉUS”, que é o lugar teológico da habitação divina. Que a vontade de Deus seja feita “assim na terra como NO CÉU”, aqui entendido como “lugar” da realização do Reino de Deus.
Como eu quero saber o que é certo e verdadeiro, se minha compreensão é incompleta? É fundamental fazer da Liturgia uma verdadeira fonte de oração. Afinal, Deus se comunica conosco não apenas através da Sagrada Escritura (Palavra), mas também por meio da Tradição (Liturgia) e do Magistério (Catequese). Essas são as três fontes que alimentam a nossa fé. É um tripé: se um deles falhar, a mesa não fica completamente equilibrada, não exerce plenamente a sua função. É sobre este tripé construímos nossa identidade cristã: faz ouvir a voz de Deus, nos conduz à identidade cristã e a celebrar de fato a nossa fé.

ANEXO 3 – LITURGIA COMO FONTE DA CATEQUESE
(Extraído do DIRETÓRIO NACIONAL DE CATEQUESE*, Documento CNBB 84, 2007)
115. Outro lugar onde se manifesta de modo sublime a Palavra de Deus, e portanto é fonte privilegiada de catequese, é a sagrada liturgia. Tendo mencionado anteriormente este tema [5 Cf. acima 51, 53 b], ele será aqui aprofundado.
2.2.1. FUNDAMENTO ANTROPOLÓGICO
116. O ser humano é, por natureza, ritual e simbólico. Refeições em família, nascimentos e mortes, festas populares, comícios, perdas e vitórias humanas são cheias de ritos. Pelo rito, expressamos o sentido da vida, oferecido e experimentado por um ser cultural. Aderir ao rito significa abrir-se ao sentido proposto por aquele grupo e, portanto, assumir sua identidade, fazer parte dele. A observância do mandamento de Jesus: “Fazei isto em memória de mim” possibilita a adesão, sempre renovada e reforçada em cada celebração, à identidade com Ele e à comunidade cristã. A identidade, nesse caso, tem a ver com o sentido da vida, a proposta do Reino (amor, comunhão, partilha...) que Jesus ensinou, viveu e nos deixou como mandamento.
A expressão ritual trabalha com ações simbólicas e estas atingem o ser humano como um todo, em suas diversas dimensões: sensorial, afetiva, mental, espiritual, individual, comunitária e social. A ligação estreita que existe entre experiência, valores e celebração nos permite formular uma espécie de lei estrutural da comunicação religiosa: aquilo que não é celebrado não pode ser apreendido em sua profundidade e em seu significado para a vida. A catequese leva em conta essa expressão de fé pelo rito para desenvolver também uma verdadeira educação para a ritualidade e o simbolismo.
2.2.2. FUNDAMENTO TEOLÓGICO
117. O Vaticano II considera a liturgia como celebração memorial do mistério pascal, na perspectiva da História da Salvação. A memória se faz na assembleia litúrgica pela leitura e interpretação das Sagradas Escrituras e pela celebração da Eucaristia e dos outros sacramentos, sacramentais, ofício divino, ano litúrgico. Essa memória é realizada na força do Espírito Santo, dando graças a Deus que torna presente e nos faz participar do Mistério Pascal de seu Filho. Na ação litúrgica o Pai é adorado e glorificado, e nos cumula de bênçãos pela presença de seu Filho Jesus Cristo nos sinais sacramentais; dá-nos o Espírito de adoção filial que prepara os fiéis, recorda e manifesta-lhes a ação salvadora de Cristo. Isso acontece na Igreja e pela Igreja que é como que o instrumento e sacramento da Salvação (cf. Catecismo 1110-1112); pela celebração dos sagrados mistérios, a Salvação torna-se hoje presente. Por isso a liturgia é ação sagrada por excelência, cume para o qual tende a ação da Igreja e, ao mesmo tempo, fonte da qual deriva sua força, e requer uma participação plena, consciente e ativa (cf. SC 7, 10 e 14). A catequese bebe desta fonte e a ela conduz.
2.2.3. LITURGIA E CATEQUESE
118. “Na liturgia Deus fala a seu povo, Cristo ainda anuncia o Evangelho e o povo responde a Deus com cânticos e orações” (SC 33): ela, ao realizar sua missão, torna-se uma educação permanente da fé. A proclamação da Palavra, a homilia, as orações, os ritos sacramentais, a vivência do ano litúrgico e as festas são verdadeiros momentos de educação e crescimento na fé. A liturgia é fonte inesgotável da catequese, não só pela riqueza de seu conteúdo, mas pela sua natureza de síntese e cume da vida cristã (SC 10; CR 89): enquanto celebração ela é ao mesmo tempo anúncio e vivência dos mistérios salvíficos; contém, em forma expressiva e unitária, a globalidade da mensagem cristã. Por isso ela é considerada lugar privilegiado de educação da fé. “A proclamação da Palavra na liturgia torna-se para os fiéis a primeira e fundamental escola da fé” (DGAE 21). As festas e as celebrações são momentos privilegiados para a afirmação e interiorização da experiência da fé. O RICA é o melhor exemplo de unidade entre liturgia e catequese. Celebração e festa contribuem para uma catequese prazerosa, motivadora e eficaz que nos acompanha ao longo da vida. Por isso, os autênticos itinerários catequéticos são aqueles que incluem em seu processo o momento celebrativo como componente essencial da experiência religiosa cristã. É essa uma das características da dimensão catecumenal que hoje a atividade catequética há de assumir.
119. Há uma relação íntima entre a fé, a celebração e a vida. O mistério de Cristo anunciado na catequese é o mesmo que é celebrado na liturgia para ser vivido: “Pelos sacramentos a liturgia leva a fé e a celebração da fé e a se inserirem nas situações da vida” [6 CNBB. Animação da vida litúrgica no Brasil. São Paulo, Paulinas, 1989. n. 92 (Documentos da CNBB 43); cf. Puebla 922]. Por essa interação, a vida cristã é discernida à luz da fé e desenvolve-se uma co-naturalidade entre culto e vida: “Acolhemos com alegria o atual anseio de, nas celebrações litúrgicas, celebrar os acontecimentos da vida inseridos no mistério pascal de Cristo” [7 Ibidem 50].
2.2.4. CATEQUESE LITÚRGICA
120. A catequese como educação da fé e a liturgia como celebração da fé são duas funções da única missão evangelizadora e pastoral da Igreja. A liturgia, com seu conjunto de sinais, palavras, ritos, em seus diversos significados, requer da catequese uma iniciação gradativa e perseverante para ser compreendida e vivenciada (cf. AS 127b, 129, 151, 153). Ambas fazem parte da natureza e da razão de ser da Igreja. Os sinais litúrgicos são ao mesmo tempo anúncio, lembrança, promessa, pedido e realização, mas só por meio da palavra evangelizadora e catequética esses seus significados tornam-se claros. É tarefa fundamental da catequese iniciar eficazmente os catecúmenos e catequizandos nos sinais litúrgicos e através deles introduzi-los no mistério pascal (catequese mistagógica; cf. AS 129a).
121. A catequese litúrgica é um processo que visa enraizar uma união madura, consciente e responsável com Cristo, sobretudo através das celebrações, e leva ao compromisso com o serviço da evangelização nas diversas realidades da vida. A catequese litúrgica prepara aos sacramentos e ajuda a vivenciá-los: leva a uma maior experiência do mistério cristão. Ela explica o conteúdo das orações, o sentido dos gestos e dos sinais, educa à participação ativa, à contemplação e ao silêncio. As fórmulas litúrgicas (particularmente as orações eucarísticas) são ricas de conteúdo doutrinal que expressam o mistério celebrado: a catequese que leva os catequizandos à sua maior compreensão deve ser considerada como “uma eminente forma de catequese” (DGC 71; cf. CT 23; SC 35, 3; CDC 777, §1 e 2).
122. O processo da formação litúrgica na catequese possui os seguintes elementos:
a) a centralidade do mistério pascal de Cristo na vida dos cristãos e em todas as celebrações;
b) a liturgia como um momento celebrativo da História da Salvação. Ela é a memória da obra da Salvação, pela qual Deus redimiu o mundo; nela essa obra é levada a efeito, projetando-a para a sua realização plena no futuro (escatologia);
c) a liturgia como exercício do sacerdócio de Jesus Cristo e ação nossa em conjunto com Ele presente na celebração, pela força do Espírito Santo;
d) a dimensão celebrativa da liturgia, como uma ação ritual e simbólica, em que a assembleia é o sujeito, e o Ressuscitado preside a oração da comunidade, atualiza a Salvação na vida e na história de seus participantes;
e) a compreensão não só intelectual dos ritos e símbolos como reveladores da ação pascal de Cristo e experiências de encontro com o Ressuscitado;
f) a dimensão comunitária da liturgia com sua variedade de ministérios, exercidos com qualidade;
g) o exercício de preparar boas celebrações, realizá-las adequadamente e proclamar claramente a Palavra;
h) a participação dos cristãos na Eucaristia como o coração do domingo (cf. NMI 36);
i) o aprofundamento do conhecimento da Palavra na catequese como ajuda para a celebração da Palavra de Deus, sobretudo nas comunidades impossibilitadas de terem a celebração eucarística dominical;
j) a espiritualidade pascal, ao longo do ano litúrgico, como caminho de inserção gradativa no mistério pascal de Cristo;
k) a espiritualidade penitencial ou de conversão mediante a celebração do sacramento da Reconciliação;
l) o sentido dos sacramentos, especialmente a Eucaristia, como sinais da comunhão com Deus, em Cristo, que marcam, com sua graça, momentos fortes da vida e atualizam a Salvação no nosso dia-a-dia;
m) aprofundamento do sentido da presença de Maria no mistério de Cristo e da Igreja, e na vida de oração e serviço solidário dos cristãos, bem como a prudente e razoável devoção aos santos;
n) redimensionamento bíblico-litúrgico da religiosidade popular (bênçãos, romarias, caminhadas, novenas, festas dos padroeiros, ofícios divinos).
* OBS: O Documento 84 pode ser encontrado na íntegra para baixar na internet (formato pdf).

terça-feira, 12 de junho de 2018

REUNIÃO DIOCESANA DE MAIO - Parte 3

LISTA DE PRESENÇA (por REGIÃO)
25 PARÓQUIAS PRESENTES

. Região B. CUBAS (4): Imaculado Coração de Maria – Jd. Universo, N. Sra. Aparecida e São Roque, N. Sra. das Graças (Quase-Paróquia), São Maximiliano Kolbe – V. Lavínia
. Região CESAR (2): Santa Cruz – Ponte Grande, Santa Rita - Socorro
. Região ARUJÁ, GUARAREMA, SANTA ISABEL (3): ARUJÁ. Bom Jesus – Centro, GUARAREMA. São Bento - Parateí. S. ISABEL. Santa Isabel – Centro
. Região BIRITIBA MIRIM, SALESÓPOLIS (3): B. MIRIM. Sao Benedito – Centro, Santa Luzia – Jd Yoneda,  e SALESÓPOLIS. São José - Centro
. Região FERRAZ (3): N. Sra. Aparecida - V. Andeyara, N. Sra. da Paz – Centro, Santo Antonio de Padua - V S Antonio
. Região ITAQUAQUECETUBA (5): Jesus Divino Mestre, N. Sra. D'Ajuda – Centro, N. Sra. das Graças, N. Sra. do Carmo - Jd Marengo, Santa Isabel de Portugal
. Região POÁ (2): N. Sra. de Lourdes – Centro, N. Sra. Fátima – Calmon
. Região SUZANO (3): Bom Pastor - Cidade Edson, N. Sra. Mãe do Redentor., São Judas Tadeu

sexta-feira, 8 de junho de 2018

REUNIÃO DIOCESANA DE MAIO - Parte 2

O MINISTÉRIO DO INTRODUTOR
(Anotações da reunião pela catequista Rossana)

Tendo ouvido as colocações dos presentes, Pe. José Eduardo pontuou: Em relação à inspiração catecumenal, quais nossos maiores questionamentos? Parecem ser estes:
1º Como vou mudar minha atitude como catequista neste processo?
2º Como eu vou transmitir o conteúdo neste método?

Na inspiração catecumenal, o planejamento precisa ser mais maleável, o que certamente dá mais trabalho. E a catequese precisa envolver a comunidade, até porque a própria comunidade precisa ser reiniciada. Isso certamente não é  tarefa simples, mas é o caminho a seguir, porque o método antigo já não funciona!

Nesse caminho, uma pessoa fundamental é a figura do "INTRODUTOR". Em nosso contexto, QUEM É O INTRODUTOR?
. São os catequistas (não é o recomendado)
. São os pais (não é o recomendado)
. São os padrinhos de Bíblia (é melhor!!! 😉)

O introdutor é alguém que vai conduzir o Pré-catecumenato,  isto é, proporcionar ao interessado a ambientação no processo, com aspectos sobre: conhecimento de si mesmo; igreja, sacramentos, mandamentos; etc. Tudo isso de modo a proporcionar a adesão a Cristo e, consequentemente, a conversão do interessado. 

QUAL MÉTODO SERÁ UTILIZADO? (Contribuições dos coordenadores presentes em itálico)

. Meu testemunho e Convivência. Turmas menores. Fazer um "encontro" com Jesus Cristo e não uma "aula" de catequese.

. Iniciar o encontro com o "Vinde Espírito Santo" e abordar o evangelho do dia.  (Mariele, Quase-Paróquia Nossa Senhora das Graças - Mogi, região Brás Cubas)
Mais do que uma invocação a Deus, a ORAÇÃO "Vinde, Espírito Santo..." é uma maneira de nos colocar na presença de Deus, oferecer a Ele aquele momento. Deus já está pronto a nos ouvir... nós é que precisamos nos preparar para ouvi-lo.

. Como acolher alguém que se dispõe a ser catequista?
O acolhimento da pessoa interessada em ser catequista pode ser feito pelo padre, que aproveita essa conversa para apresentar as exigências da missão. Um bom critério é saber se a pessoa participa da missa aos domingos. É uma condição simples e objetiva. Se não participa da missa (e, consequentemente, dos sacramentos), como quer ser catequista? Qual o testemunho que pode oferecer?

É claro que, além disso, deve haver uma formação inicial para o catequista. Mas muitas coisas, aprendemos durante a caminhada. O modelo catecumenal é um processo exigente e a própria missão  vai selecionar quem realmente vai permanecer como catequista. O próprio Jesus fez assim: escolheu doze, instruiu-os, mas sobretudo caminhou com eles, formou comunidade na qual deu testemunho. (É uma pena que tantas pessoas desistam no meio do caminho...)


O QUE MAIS OBSERVAMOS?   (Contribuições dos coordenadores presentes em itálico)

. Os operários vem rareando cada vez mais... (Eliana, Paróquia Nossa Senhora das Graças - Itaquaquecetuba)

. Talvez seja uma questão cultural, de tratar a religião como uma simples questão de tradição. (Dari e Simone, Paróquia Santa Isabel - S. Isabel)

A realidade nos mostra que muitas das tradições que carregamos como questões culturais precisam ser reavaliadas porque perderam a sua razão de ser. A inspiração catecumenal é uma maneira de recuperar o sentido de igreja dos primeiros cristãos, uma volta às origens, para reacendermos as razões de nossa fé. 

domingo, 20 de maio de 2018

REUNIÃO DIOCESANA DE MAIO - Parte 1

Neste sábado véspera de Pentecostes, iniciamos a reunião com a leitura de Gálatas (Gl 5,13-24).
A partir da leitura, Rosildo propôs uma reflexão do texto, a partir de palavras que expressam sentimentos por que todos nós passamos, mas que não são dignos daqueles que seguem a Jesus: desespero, ódio, indiferença, etc. Quando estamos diante desta dura realidade, a Palavra de Deus é semeada, mas não consegue penetrar. Esses sentimentos nos afastam de Deus e devem ser transformados em nossa vida, abrindo-nos para a ação da Palavra. Quando deixamos Deus agir em nossa vida, ficamos "de cabelo em pé" de tanto serviço. Mas felizes, por estar na presença de Deus! Felizes por sermos contemplados com os dons do Espírito Santo: Sabedoria, Entendimento, Conselho, Fortaleza, Ciência, Piedade e Temor de Deus. É assim que queremos estar!
Antes de iniciar o tema, Pe. José Eduardo perguntou aos presentes como está a compreensão da questão da iniciação cristã com inspiração catecumenal, da qual temos falando, se está claro, se está muito confuso...
Silvia (Paróquia Bom Jesus - Arujá) disse que agora está clareando. 
Regiane (Paróquia Bom Pastor - Suzano) relatou que estava tudo muito confuso, por isso estão estudando o Documento 107 e farão uma "parada" para fazer formação com os catequistas e toda a comunidade. 
Dari (Paroquia Santa Isabel) falou que já estão implantando alguns passos na paróquia, mas não conta com muito apoio do padrre; Simone (da mesma paróquia) acredita o pouco interesse que nota nos catequizandos com o processo seja um aspecto cultural. 
Marcelo (N. Sra. Aparecida e São Roque) disse que falta atingir as outras pastorais, pois este esse processo mexe na estrutura da catequese, envolvendo a comunidade inteira. A Catequese Renovada (1983) ainda hoje não foi bem entendida. Houve uma simplificação do entendimento, limitando-se no emprenho de "não decorar".  No entanto, a proposta é uma mudança profunda, entender o que é ser católico.
Na paróquia do Rosildo (N. S. D'Ajuda - Itaquaquecetuba) já tem dados passos na compreensão desta concepção de igreja: catequese e familias estão caminhando juntas e a formação é para leigos (e não é só para a catequese).
Diante desses relatos, o padre falou que esse sentimento, essa angústia, é sinal de que estamos pensando (e isso é bom!) 

AVISOS:
1- A equipe diocesana fará uma formação para catequistas na Catedral Diocesana e convida a todos. Serão quatro sábados às 15h. Os dois primeiros já estão marcados:
26/5 - A vocação do catequista (M. Elizabeth e M. Roseneire)
02/6 - Metodologia catequética com inspiração catecumenal (Ir. Daiane)

2- No mês passado, o Pe. José Eduardo convidou para uma reunião de catequistas em sua paróquia (Nossa Senhora da Paz - Ferraz de Vasconcelos). A data mudou: do dia 27/5 para 10/6, início com a missa das 8h. Rua Getúlio Vargas 250 - Centro - Ferraz de Vasconcelos.

segunda-feira, 14 de maio de 2018

REUNIÃO DIOCESANA DE ABRIL




Dia 28/04/2018 reunimos os representantes paroquiais de catequese no salão da casa das irmãs missionárias catequistas do Sagrado Coração, para tratar da seguinte pauta: 1) Tríduo Pascal, 2) Iniciação à vida cristã: testemunho de uma catequista, 3) Palavra do padre, 4) Agradecimentos e avisos.

Thiago e Claudia abriram a reunião com a Oração Inicial, com base no evangelho (Jo 20, 1-18) e no tema de hoje (veja Anexo 2). 



Paulo Rosa abordou o tema do Tríduo Pascal: celebração do mistério central da nossa fé! (Veja mais em Anexo 3) De maneira orante e celebrativa, fundamentada em textos bíblicos e em sua caminhada de fé, Paulo nos conduziu a um mergulho no Mistério Pascal, para que embebidos nesta fonte podermos anunciar as maravilhas do nosso Deus! 

Em seguida, fizemos uma pausa para cantar um Parabéns ao nosso palestrante, em seu aniversário de nascimento. 


Após a pausa, Vilma (da Paróquia São Maximiliano Kolbe) falou sobre a adoção do processo de Iniciação à vida cristã como itinerário em sua paróquia: as ponderações, dificuldades, dúvidas, tropeços... e a satisfação de vivenciar essa caminhada! 



Pe. José Eduardo, então, relatou as novidades sobre o encontro de padres... e de seu processo nesse caminho da iniciação, feito de incertezas e avanços. Destacou a importância nas bênçãos e exorcismos na iniciação cristã que, com as devidas orientações, pode ser feito por meio de orações pelos próprios catequistas. Passou também uma indicação de leitura: As celebrações do RICA: conhecer para bem celebrar, da editora Vozes. E comprometeu-se a falar mais sobre o assunto na próxima reunião que será dia 19/5. 

AVISOS: 
1) Jornada de Formação Diocesana para catequistas das paróquias das regiões Catedral e César de Souza: no próximo sábado 05/5, na Paróquia Santa Cruz - Ponte Grande (Claudia). 
2) Festa do Divino em Mogi, de 10 a 20/5 – estaremos com a barraca do Choconhaque. 

Pe. José Eduardo, assessor diocesano da catequese, encerrou a reunião com a bênção final.


Anexo I: Paróquias presentes, por REGIÃO
B. CUBAS (7): Imaculado Coração de Maria – Jd. Universo, N. Sra. Aparecida (Quase-Paróquia), N. Sra. Aparecida e São Roque, N. Sra. das Graças (Quase-Paróquia), Santa Cruz – Taiaçupeba, São Maximiliano Kolbe – V. Lavínia, São Sebastião – V. S. Sebastião
CATEDRAL (2): N. Sra. Rosário – V. Industrial, Santuário – Igreja São Benedito
CESAR (3): N. Sra. Guadalupe – Jd. Rodeio, S. Benedito – V. Suissa, Santa Cruz – Ponte Grande
FERRAZ (5): N. Sra. Aparecida - V. Andeyara, N. Sra. da Paz – Centro, N. Sra. Fátima - V Correia, Santa Cruz e S Margarida D'Youville - V Margarida, Santo Antonio de Padua - V S Antonio
ITAQUA (4): N. Sra. D'Ajuda – Centro, N. Sra. das Graças, N. Sra. do Carmo - Jd Marengo, São Bartolomeu - Recanto Monica
POÁ (2): N. Sra. de Lourdes – Centro, São José - V. Varela
S. ISABEL (3): ARUJÁ. Bom Jesus – Centro, GUARAREMA. São Benedito - Centro, S. ISABEL. Santa Isabel – Centro
SALESÓPOLIS (4): B.MIRIM. Sao Benedito – Centro, B. MIRIM, Santa Luzia – Jd Yoneda, SALESÓPOLIS. N. Sra. dos Remédios –Distrito de Remédios, SALESÓPOLIS, São José - Centro
SUZANO (6): Bom Pastor - Cidade Edson, N. Sra. de Lourdes – Jd Colorado, Santa Helena - Jd Maria Helena, Santa Suzana – SESC, São José Operário, São Sebastião – Centro


Anexo II: Oração Inicial
Ver mais em:
http://franciscanos.org.br/?p=82550 Papa: “O amor venceu o ódio, a vida venceu a morte” (publicado em 05/04/2015)


Anexo III: TRÍDUO PASCAL - das anotações de Paulo Aparecido Rosa
Anexo IV: CATECUMENATO, modelo de Itinerário de Iniciação à vida cristã. Do Encontro de Padres do Regional Sul 1 da CNBB (=estado de São Paulo)


OBS: Indicação de leitura e 2ª foto (da Oração) incluídas em 18/05/2018.

sábado, 24 de março de 2018

REUNIÃO DIOCESANA DE MARÇO


Dia 17/03/2018 reunimos os representantes paroquiais de catequese no salão da casa das irmãs missionárias catequistas do Sagrado Coração, para tratar da seguinte pauta: 1) Oração inicial, 2) Iniciação à vida cristã: uma visão prática da metodologia catecumenal, 3) Palavra do padre, 4) Agradecimentos e avisos, 5) Bênção final. 
ORAÇÃO INICIAL. Para iniciar a Oração, fizemos a invocação do Espírito Santo e o Pe. José Eduardo proclamou o evangelho (Jo 12,20-33). Rossana conduziu a ORAÇÃO INICIAL, com base em três pontos: I. Quero mesmo ver Jesus (v.21)? Quero mesmo ser catequista? Minhas atitudes se identificam com minhas palavras? Estou empenhado nessa tarefa? Ou fujo à primeira dificuldade? II. Se o trigo não morrer, não produzirá fruto (v. 24)... Estou mesmo disposto a seguir o Mestre? Diante de todas as situações que o mundo me apresenta (medo, injustiça, coragem,- palavras marcadas nos passos para todos os lados ...), diante da dificuldade, sofrimento e injustiça ... Busco a minha conversão, transformar a minha vida e a minha realidade? Ou só quero as vantagens? Procuro levar uma vida justa, buscando o bem dos irmãos? III. Se alguém quer me servir, siga-me (v. 26). Servir a Cristo é uma moda? Ou é uma decisão radical e responsável, de dedicação, vida comunitária e partilha de dons? É uma medida que vale só para os outros irmãos, ou sobretudo para mim mesma? Por exemplo, nas redes sociais, qual tipo de mensagem eu curto? Diante do “embalo” do pecado, sei optar pela virtude? Como naquele tempo os gregos, hoje também nós somos chamados a ver Jesus na nossa realidade e dar nosso testemunho de fé, naquele que é, foi e sempre será a fonte de vida, de justiça e de misericórdia. “Queremos ver Jesus, queremos! Ele é o Caminho, a Verdade e a Vida! Queremos ver Jesus!” 
INICIAÇÃO À VIDA CRISTÃ. Em seguida, irmã Daiane, passou a abordar o tema da Iniciação, conforme o Capítulo 3 do Documento 107 (da IVC). A inspiração CATECUMENAL não é uma novidade, mas a retomada da catequese dos primeiros cristãos, num tempo que era preciso aprender a ser cristão, era preciso gerar a fé, gestar a fé, desde o principio. “Não temais... Ide evangelizar...” (Mt 28,10a). Assim compreendemos que para evangelizar é preciso INICIAR a pessoa ao mistério no qual acreditamos, com coragem e alegria. O Documento de Aparecida (DAp), que já tem dez anos (2007) também aponta para a iniciação, é preciso revê-lo também. O Itinerário é um processo que tem como centro, Jesus Cristo, nosso Senhor e nosso Salvador. Nosso compromisso cristão não é apenas assumir uma pastoral... é adesão, testemunho, coerência. Não se trata de achar culpados, mas de percorrer um caminho juntos. Cuidar da dimensão mística. Por exemplo, tudo o que fazemos para a maior glória de Deus, podemos anotar AMGD. O processo é sempre individual, cada um tem seu ritmo. Precisamos levar o catecúmeno a viver essa experiência gradativamente. E tomar o devido cuidado para que a catequese seja um mundo à parte, até pareça outra religião. O itinerário é fazer o Anuncio à Caminho  à Encontros à IR = Cristificar-se. A Rose continuou o tema, abordando também a fase da Iluminação e da Mistagogia, de maneira mais breve. 
PALAVRA DO PADRE. Pe. José Eduardo fez um apanhado geral do itinerário. Não como uma questão de conteúdo, mas de conversão, de vivência da fé. O caminho catecumenal gera a fé, uma fé bíblica em Cristo crucificado, mais madura. Não entendo tudo, mas não é necessário isso, é necessário começar, converter-se. Mesmo diante de um mesmo método, o caminho para cada um é diferente. Não é demais compreender que pedir o Batismo, é pedir a fé; porque Batismo é vida nova em Jesus Cristo, é ter fé neste mistério de morte e ressurreição. O Espírito te ensina... te ajuda a mudar de mentalidade. Coragem! O padre também sugeriu que todos assistissem o vídeo de Dom Leomar Brustolin sobre a Iniciação à vida cristã em https://www.youtube.com/watch?v=Wa7gwaVvqmk (14 minutos)

AGRADECIMENTOS E AVISOS. Pe. José Eduardo agradeceu a presença de todos e comentou que vai convidar o Dom Pedro Luiz, nosso bispo diocesano, para conversar conosco na próxima reunião diocesana. 
BÊNÇÃO FINAL. Sem mais assuntos a tratar, o Pe. José Eduardo deu a bênção final e convidou para uma foto e o lanchinho.

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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
* Documento 107 da CNBB.  Iniciação à vida cristã: itinerário para formar discípulos missionários, Documento 107. CNBB, 2017
** DAp Documento de Aparecida: texto conclusivo da V Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano e do Caribe (CELAM), CNBB/Paulus/Paulinas: 2007.
Anexo I – Paróquias Presentes (35)
Mogi, REGIÃO CATEDRAL (03): Cristo Rei – V. Oliveira, N. S. Rosário – V. Industrial, S. João Batista – Jd. Camila.
Mogi, REGIÃO CÉSAR DE SOUZA (03): N. S. Carmo – Sabaúna, N. S. Guadalupe – Rodeio, S. Cruz – Ponte Grande.
Mogi, REGIÃO BRAZ CUBAS (08): Im. Coração Maria – Jd. Universo, N. S. Ap. (nova), N. S. Ap. e S. Roque – B. Cubas, N. S. Graças (Quase-Paróquia), N. S. Fatima – V. Jundiaí, S. Cruz – Taiaçupeba, S. Maximiliano Kolbe, S. Sebastião.
BIRITIBA MIRIM E SALESÓPOLIS (02): N. S. Remédios, São José – Salesópolis.
FERRAZ DE VASCONCELOS (03): N. S. Aparecida – V. Andeyara, N. S. Paz – Centro, S. Francisco.
ITAQUAQUECETUBA (06): N. S. D’Ajuda – Centro, N. S. Carmo – Jd. Marengo, Cristo Redentor, Jesus Divino Mestre. S. Isabel de Portugal, S. Apóstolos.
POÁ (02): N. S. Lourdes – Centro, N. S. Fátima – Calmon Viana.
S. ISABEL, ARUJÁ, GUARAREMA (04): Bom Jesus (Centro), N. S. Aparecida (Barreto) – ARUJÁ; S. Benedito – GUARAREMA, Santa Isabel (Centro) – Santa Isabel.
SUZANO (04): Bom Pastor, N. S. Mãe Redentor, S. Helena, S. Suzana.

(OBS: Referências bibliográficas e Anexo I incluídos em 23/04/2018)

segunda-feira, 19 de março de 2018

OUTRAS FORMAÇÕES: JANEIRO E FEVEREIRO



    












REUNIÃO DIOCESANA DE FEVEREIRO

Dia 17/2 fizemos a reunião diocesana de representantes paroquiais de catequese no salão da casa das irmãs catequistas do sagrado coração para tratar da seguinte pauta: 1) O 1º Capítulo do Documento 107, 2) Discussão em grupo, 3) Partilha dos grupos, 4) Avisos e outros. Começamos a reunião com a ORAÇÃO INICIAL com  dinâmica, conduzida pelo Rosildo. A seguir, Paulo abordou A INICIAÇÃO À VIDA CRISTÃ e o ícone bíblico da samaritana, assunto do primeiro capítulo do Documento 107. Ainda tratando da “samaritana”, Rose dividiu os participantes em seis grupos para DISCUSSÃO DO TEMA, de acordo com os passos apresentados (e com base num versículo ou passagem bíblica que correspondia a cada um); depois fez a partilha dos grupos. Desta partilha, percebemos que: a) Se nós crescemos, então nossas necessidades também cresceram. Então, precisamos de mais formações continuadas; b) Os pais mandam os filhos para a catequese, mas não dão o exemplo. Portanto, é importante nos aproximarmos mais dos pais, para que também eles sejam evangelizados, para eles também beberem da fonte, que é Jesus Cristo. Propor a catequese de uma maneira dinâmica, atraente, prática, que levem à experiência do encontro, por exemplo com visitas missionárias. c) O segredo está em estar próximo às famílias, para apresentar o rosto Jesus, que é misericórdia, acolhida, amor. Ensinar o que a Igreja diz (Palavra e documentos) para aprender com o exemplo do Mestre como Jesus faz diante das situações. Apresentar Jesus que vai ao encontro do outro. d) Os catequistas devem estar cheios do que estão anunciando, e não apenas cumprindo uma receita de bolo, para transbordar o amor de Deus; Muitas vezes, nós somos a presença de Jesus na vida, de maneira simples, completa e transparente; A formação não é um pedestal, uma arma; e) É preciso começar com a família: conhecer a criança e a família – ir ao encontro especialmente aos que mais precisam de acolhimento, junto com o grupo; levar os catequizandos (e pais) para conhecer realidades difíceis, como asilos, etc; f) O testemunho ocorre quando o catequista vivencia, vive esses seis passos pela sua vida; Em encontros como este que fazemos hoje, também ocorre este testemunho, essa renovação das promessas dos eleitos. Em seguida, Sonia agradeceu a presença de todos, Rossana justificou a ausência do padre José Eduardo e foram confirmadas as próximas formações: Dom 18/2 às 14h em Guararema - Paróquia N. Sra. Escada, Freguesia; Sáb 24/2 às 15h em Arujá - Paróquia N. Sra. Aparecida, Barreto; Sáb 03/3 às 8h em Poá - Paróquia N. Sra. Aparecida, Nova Poá; Sáb 10/3 às 16h em Itaquaquecetuba - Quase-Paróquia N. Sra. Aparecida, Freguesia.

Anexo 1: Lista das 34 Paróquias presentes.
MOGI, Região Catedral (03): Cristo Rei, Mãe do Divino Amor (Igreja), São João Batista Grande.
MOGI, Região César de Souza (01): Paróquia Santa Cruz - Ponte Grande.
MOGI, Região Brás Cubas (05): Imaculado Coração de Maria, N. Sra. Aparecida e São Roque, N. Sra. das GraçesN. Sra. Fátima - V. Jundiaí, S. José Operário - Jundiapeba, São Maximiliano Kolbe.

ARUJÁ-GUARATINGUETÁ-S. ISABEL (02): Bom Jesus (Arujá), S. Benedito (Guararema).
BIRITIBA-MIRIM e SALESÓPOLIS (03): S. Benedito (B. Mirim), N. Sra. Remédios e S. José (Salesópolis);
FERRAZ (04): N. Sra. Aparecida - V. Andeyara, N. Sra. Paz - Centro, S. Antonio - Centro, S. Paulo - V. São Paulo
ITAQUQQUECETUBA (03): N. Sra. D'Ajuda, N. Sra. Carmo, S. Bartolomeu
SUZANO (06) : Bom Pastor, N. Sra. Lourdes, N. Sra. Mãe do Redentor, S. Helena, S. Suzana, S. Francisco,etc

Anexo 2: Dinâmica
1- CATEQUISTA, PROTAGONISTA DA FÉ, DO AMOR E DA ESPERANÇA.
- Quando o Espírito de Deus * é acolhido em nosso ser * uma força nos anima * para a vida promover. *
- Com as tochas sempre acesas * trabalhamos com ardor, * quais profetas anunciamos * a chegada do Senhor.
- Tendo n’alma amor ao Reino,* vale a pena semear, * não se perde a boa semente,* sempre vai frutificar.

2- Com simplicidade, amizade, amor e carinho/ vou levando a vida, aprendendo a seguir o caminho!/
E nessa caminhada a Bíblia é meu instrumento/ que me ajuda a lutar e vencer os difíceis momentos! / Nós somos catequistas e tentamos cumprir os nossos papéis/ de levar o evangelho a todo nosso povo e sermos fiéis!
CATEQUISTA É A ESPERANÇA DE UM NOVO AMANHÃ! NOSSO RUMO VAMOS JUNTOS PROCURAR FAZER O QUE É BOM! CATEQUISTA TEM QUE SE DOAR UM POUCO E TORNAR EM DOBRO ESTA DOAÇÃO!
CRISTO É NOSSO COMPANHEIRO E ELE NUNCA NOS DEIXARÁ, POIS UM MUNDO TÃO DESUMANO NÓS PODEMOS MELHORAR!
VAMOS NOS UNIR E DAR AS NOSSAS MÃOS SEMPRE EM ORAÇÃO POIS UM DIA ENFIM: ELE VAI VOLTAR!!!
- Com simplicidade Maria nos dá o exemplo/ de levar a esse povo do seu Filho os ensinamentos./
É preciso coragem para enfrentar o poder/ mas podemos mudar nossa sociedade: é só querer! / Temos que ser exemplo de fraternidade e união,/ porque ser Catequista é acima de tudo uma vocação!!!

3- Todos somos evangelizadores / com a missão de anunciar / a mensagem de Cristo entre os irmãos / e com gesto concreto transformar. / Mas dentre nós sairá alguém / que este apelo de Cristo escutou: / tu deixas tua família e tua terra. / Vá mais distante anunciar / o meu amor!
VAI EM NOME DE CRISTO, / SENDO FIEL À TUA MISSÃO. / CONTINUAREMOS TODOS UNIDOS,/ ALIMENTADOS COM O MESMO PÃO.
- Todos somos a família / do Senhor, / o povo eleito por Ele escolhido / e, em torno à sua mesa na união, / com sua palavra e seu pão / temos vivido. / Mas muita gente não conhece / a Boa Nova que nos transformou / em cidadãos do Reino que o Pai / para seus filhos desde sempre / preparou.
- Todos somos a família do Senhor, / o povo eleito por Ele escolhido. / E, em torno à sua mesa, na união, / com sua Palavra e seu Pão temos vivido. / Mas muita gente não conhece / a Boa-Nova que nos transformou / em cidadãos do Reino, que o Pai / para seus filhos desde sempre deixou.